Captura de tela de uma transmissão ao vivo da NASA mostra a espaçonave Orion se aproximando da Lua em 6 de abril de 2026.
Nasa/AFP Photo
A Lua apareceu do tamanho de uma bola de basquete se...
Captura de tela de uma transmissão ao vivo da NASA mostra a espaçonave Orion se aproximando da Lua em 6 de abril de 2026.
Nasa/AFP Photo
A Lua apareceu do tamanho de uma bola de basquete segurada à distância de um braço estendido.
Essa foi a visão que os quatro astronautas da missão Artemis II tiveram na última segunda-feira (6), ao passarem a cerca de 6.550 km da superfície lunar, o ponto de maior aproximação de toda a jornada.
Minutos depois, a nave Orion atingiu também a maior distância já percorrida por seres humanos na história da exploração espacial: 406.6 km da Terra, superando em cerca de 6.600 km o recorde estabelecido pela Apollo 13, em 1970.
O sobrevoo durou mais de seis horas e incluiu observações científicas detalhadas de regiões da Lua que nunca haviam sido vistas diretamente por olhos humanos.
A tripulação é formada pelos astronautas da NASA Reid Wiseman, Victor Glover e Christina Koch, e pelo canadense Jeremy Hansen, da Agência Espacial Canadense (CSA, na sigla em inglês).
"A Lua que estamos vendo não é a Lua que você vê da Terra", disse Koch durante a missão.
Missão Artemis começa a voltar à Terra
Durante o sobrevoo, a nave — batizada de Integrity pela tripulação — passou pela face oculta da Lua, aquela que sempre fica voltada para o lado oposto à Terra.
Por cerca de 40 minutos, a comunicação com o controle de missão em Houston foi completamente interrompida, enquanto a Orion cruzava atrás do satélite.
A missão também registrou a primeira visão humana a olho nu da Bacia Orientale, uma cratera de 965 km de diâmetro localizada na região de transição entre a face próxima e a face oculta da Lua.
A imagem havia sido obtida antes apenas por sondas não tripuladas.
Como será a trajetória da missão.
Alberto Corrêa/Arte g1
Por que a distância importa
A comparação com as missões Apollo ajuda a entender o que foi diferente desta vez.
As naves Apollo orbitavam a Lua a apenas 110 km de altitude, distância que tornava o satélite imenso pelas janelas da cápsula, como um prédio visto de perto.
Na Artemis II, a trajetória foi propositalmente mais distante: a nave não entrou em órbita lunar, mas seguiu um caminho em arco ao redor da Lua e retornou em direção à Terra sem precisar de propulsão adicional, uma manobra chamada de trajetória de retorno livre.
"Mesmo a 6.000 km de distância, ainda há coisas que o olho humano consegue captar com uma granularidade importante para a comunidade científica", disse Judd Frieling, diretor de voo da Artemis II.
Tripulação da Artemis II aparece dentro da cápsula Orion após a nave atingir, durante o sobrevoo da Lua, o ponto mais distante da Terra já alcançado por humanos no espaço, em imagem de transmissão ao vivo registrada nesta segunda-feira (6).
NASA via REUTERS
Ao longo do sobrevoo, a tripulação usou diferentes câmeras para registrar bacias de impacto e antigas correntes de lava.
Também descreveu ao vivo, para cientistas em Houston, variações sutis de cor e textura na superfície — um tipo de dado que os instrumentos automáticos têm dificuldade de captar.
"O olho humano é, basicamente, a melhor câmera que já existiu ou existirá", disse Kelsey Young, cientista-chefe da missão Artemis II. "O número de receptores no olho humano supera em muito o que uma câmera é capaz de fazer."
Agora, a missão segue em andamento. Nas próximas horas e dias, os astronautas devem deixar a esfera de influência gravitacional da Lua, realizar queimas de correção de trajetória e conduzir experimentos a bordo antes da amerissagem prevista para 10 de abril no Oceano Pacífico.
Veja os próximos marcos previstos da missão:
7 de abril: a Orion deixa a esfera de influência gravitacional da Lua. Cientistas em solo têm a chance de conversar com a tripulação sobre as observações feitas durante o sobrevoo lunar
8 de abril: testes de pilotagem manual e simulação de abrigo contra radiação solar
9 de abril: último dia completo no espaço. Tripulação revisa procedimentos de reentrada, realiza queima de correção de trajetória e veste roupas de compressão para minimizar os efeitos do retorno à gravidade
10 de abril: queima final de correção de trajetória, separação do módulo de serviço, reentrada com escudo térmico a até 1.650°C e amerissagem no Oceano Pacífico
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Trump diz que Irã pode ser "derrotado numa noite, talvez na terça-feira"
Termina nesta terça-feira (7), às 21h pelo horário de Brasília, o prazo dado por Donald Trump para que o Irã chegue ...
Trump diz que Irã pode ser "derrotado numa noite, talvez na terça-feira"
Termina nesta terça-feira (7), às 21h pelo horário de Brasília, o prazo dado por Donald Trump para que o Irã chegue a um acordo com os Estados Unidos. O presidente norte-americano afirmou que os iranianos vão "viver no inferno" caso as negociações não avancem.
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▶️ Contexto: A guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã já está na sexta semana — prazo máximo previsto para a duração do conflito pelo próprio Trump quando a ofensiva começou.
Os EUA dizem querer garantir que o Irã se comprometa a nunca buscar uma arma nuclear, além de limitar o alcance e o número de mísseis.
Trump afirma que os EUA já venceram a guerra, após destruírem parte significativa das Forças Armadas iranianas, incluindo mísseis e lançadores.
Ao mesmo tempo, o presidente defende ser necessário "terminar o trabalho" para impedir que o Irã volte a ameaçar os EUA ou aliados.
Apesar dos avanços militares norte-americanos, o Irã vem demonstrando capacidade de resistência ao pressionar a economia global. O país fechou parte do Estreito de Ormuz, rota marítima estratégica para o transporte de petróleo, o que elevou os preços do combustível em diversos países.
O Irã também mantém ataques frequentes contra Israel, atingindo cidades como Tel Aviv e Haifa. Países vizinhos acabaram sendo envolvidos no conflito, com Teerã mirando bases americanas no Oriente Médio e empresas de energia ligadas aos EUA na região.
A reação iraniana tem afetado a popularidade de Trump a poucos meses das chamadas "midterms", eleições que vão renovar grande parte do Congresso norte-americano. Diante de pressões políticas e econômicas, o presidente vem elevando o tom das ameaças.
No domingo (5), Trump escreveu em uma rede social que o Irã teria até as 21h desta terça-feira para fechar um acordo que incluísse a reabertura do Estreito de Ormuz. Ele ameaçou atacar pontes e usinas de energia iranianas caso as negociações permaneçam travadas.
“Terça-feira será o Dia das Usinas de Energia e o Dia das Pontes, tudo em um só, no Irã. Não haverá nada igual!!! Abram a p*** do estreito, seus bastardos loucos, ou vocês vão viver no inferno — é só esperar! Louvado seja Alá”, escreveu no Truth Social.
🗓️ Esse, no entanto, não foi o primeiro ultimato feito por Trump nos últimos dias.
Em 21 de março, o presidente afirmou que iria "obliterar" usinas caso o Irã não reabrisse o Estreito de Ormuz em 48 horas.
Dois dias depois, concedeu mais cinco dias de prazo e disse haver negociações "muito boas e produtivas" com o Irã.
Em 26 de março, ampliou o prazo até 6 de abril e voltou a mencionar avanços nas conversas.
Na segunda-feira (6), durante coletiva de imprensa, Trump afirmou que os EUA poderiam tomar "o Irã inteiro em apenas uma noite" e exigiu um acordo "aceitável".
Segundo ele, após o fim do prazo estipulado, todas as pontes do Irã estarão "dizimadas" e as usinas de energia, "demolidas" em poucas horas.
Negociações e consequências
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump
Evan Vucci/Reuters
Irã e Estados Unidos já anunciaram as condições que exigem para encerrar a guerra. As negociações, no entanto, continuam travadas.
Na segunda-feira (6), os dois países recusaram um plano de cessar-fogo elaborado pelo Paquistão. A proposta previa uma pausa nos ataques para permitir a reabertura do Estreito de Ormuz e o início de novas rodadas de negociações para um acordo mais amplo.
O Irã afirmou que prefere negociar o fim definitivo da guerra, e não uma pausa temporária, e disse ter apresentado uma contraproposta. Trump chegou a elogiar a iniciativa, mas declarou que o plano não era suficiente.
O impasse aumentou os temores de uma escalada no conflito, com possíveis impactos para a economia global.
Um eventual ataque dos EUA a usinas iranianas poderia interromper o fornecimento de energia para milhões de pessoas e provocar um colapso elétrico e econômico no país.
Também há temores de que ataques a instalações nucleares provoquem um acidente radiológico grave, com impactos que poderiam ultrapassar as fronteiras do Irã.
O governo iraniano já indicou que poderia retaliar bombardeando usinas de energia de países vizinhos, incluindo refinarias de petróleo, o que poderia pressionar ainda mais os preços.
Teerã também afirmou que pode atingir usinas de dessalinização em países do Golfo, colocando em risco o abastecimento de água para milhões de pessoas na região.
Crime de guerra?
Professor explica o porquê da ameaça de Trump ao Irã se configurar crime de guerra
Após as ameaças feitas por Trump no domingo, o governo do Irã afirmou que as declarações do presidente dos Estados Unidos configuram violações do direito internacional.
“O presidente americano, como a mais alta autoridade de seu país, ameaçou publicamente cometer crimes de guerra”, escreveu Kazem Gharibabadi, vice-ministro das Relações Exteriores do Irã, em uma publicação no X.
A ONU classifica crimes de guerra como violações do direito internacional humanitário no contexto de um conflito armado, seja internacional ou interno. Entre os exemplos estão:
assassinato e tortura;
ataques intencionais contra civis;
ataques contra trabalhadores de ajuda humanitária;
ataques contra igrejas, escolas e hospitais;
uso de armas proibidas, como armas químicas ou munições de fragmentação.
Em entrevista à GloboNews, Carlos Frederico Coelho, professor de Relações Internacionais da PUC-Rio, explicou que, em geral, os alvos mencionados por Trump para possíveis ataques nesta terça-feira são protegidos pelo direito internacional humanitário.
“Até haveria um espaço para ataques a infraestrutura utilizada para logística militar, mas não é isso que Trump está prometendo. Ele está prometendo, de maneira indiscriminada, que vai atingir energia, que vai atingir pontes”, disse.
"Não há nada no direito internacional dos conflitos ou no direito internacional humanitário que permita que isso seja feito."
Mesmo que um eventual ataque dos EUA ao Irã pudesse ser considerado crime de guerra, uma punição internacional seria improvável, já que o país não integra o TPI.
Além disso, caso uma investigação fosse levada ao Conselho de Segurança da ONU, os EUA poderiam usar o poder de veto para bloquear o processo.
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Der Fritz-Imhoff-Park in Mariahilf hat jetzt nachts zu. Doch der versprochene Masterplan für das Jedmayer-Grätzel in Wien lässt weiter auf sich warten. Der Drogenkoordinator ist auf Tauchstation – in der Causa geht trotz aller Versprechungen nichts weiter.
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O Sol produz uma barragem constante de partículas de alta energia conhecidas como vento solar, que podem subir e descer com a atividade de nossa estrela
NASA
Sair da proteção do campo magné...
O Sol produz uma barragem constante de partículas de alta energia conhecidas como vento solar, que podem subir e descer com a atividade de nossa estrela
NASA
Sair da proteção do campo magnético da Terra significa entrar em um ambiente onde erupções solares podem liberar mais energia do que um bilhão de bombas de hidrogênio.
É exatamente esse o território que os quatro astronautas da Artemis II cruzam durante os dez dias de missão ao redor da Lua, a primeira vez em mais de meio século que seres humanos se aventuram tão longe do planeta.
Para garantir a segurança da tripulação, a NASA e a Agência Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês) monitoram o Sol 24 horas por dia, todos os dias, usando uma rede de satélites espalhados pelo sistema solar.
"Nosso foco é a análise de meteorologia espacial em tempo real, com prioridade para partículas energéticas solares e eventos capazes de produzi-las", disse Mary Aronne, responsável pelo escritório de análise de meteorologia espacial do Centro de Voo Espacial Goddard da NASA.
Durante a jornada, a tripulação é exposta a três fontes distintas de radiação.
A primeira são os raios cósmicos galácticos, partículas de altíssima energia provenientes de fora do sistema solar, presentes em todo o espaço.
A segunda são os Cinturões de Van Allen, duas faixas de partículas carregadas que cercam a Terra e que qualquer missão com destino à Lua precisa atravessar.
A terceira, e mais imprevisível, são as partículas energéticas solares, aceleradas por erupções do Sol a velocidades próximas à da luz.
Missão Artemis explora o lado escuro da Lua
Juntas, as duas primeiras fontes devem gerar uma exposição equivalente a um mês na Estação Espacial Internacional, cerca de 5% do limite de carreira de um astronauta.
Qualquer tempestade solar adiciona radiação a esse valor de base.
E a preocupação com erupções solares é especialmente relevante porque o Sol ainda está em fase ativa durante a missão.
Apenas horas antes do lançamento, em 1º de abril, o Sol produziu uma ejeção de massa coronal — uma gigantesca nuvem de plasma que pode levar partículas carregadas a velocidades capazes de atravessar metal e tecido vivo, danificando o DNA.
Como será a trajetória da missão.
Alberto Corrêa/Arte g1
Satélites do Sol a Marte
Para rastrear essas erupções, a NASA utiliza dados em tempo real de sondas posicionadas estrategicamente pelo sistema solar.
Um recurso inédito é o rover Perseverance, em Marte, que — graças à posição atual do planeta — tem visão direta do lado do Sol oposto ao que a Terra enxerga.
As câmeras do rover identificam manchas solares com até duas semanas de antecedência, dando tempo para as equipes se prepararem.
Dentro da nave Orion, seis sensores de radiação medem os níveis em diferentes partes da cabine.
Cada astronauta também carrega um dosímetro pessoal.
Se os níveis subirem a um primeiro patamar de alerta, as equipes de solo intensificam o monitoramento.
Se chegarem a um segundo patamar, a recomendação é que a tripulação construa um abrigo improvisado.
Lançamento da missão Artemis II
Joe Skipper/Reuters
O abrigo dentro da nave
Fora tudo isso, há um procedimento de proteção que consiste em reorganizar a cabine: retirar equipamentos dos compartimentos de armazenamento e distribuí-los pelas paredes menos protegidas da nave, criando camadas extras de massa entre os astronautas e as partículas que chegam de fora.
O princípio físico é simples: quanto mais matéria entre o astronauta e a fonte de radiação, maior a proteção.
"Uma vez que a tripulação adiciona massa nos pontos de maior exposição, ela pode continuar realizando suas atividades normalmente", explicou Stuart George, analista de radiação espacial do Centro Espacial Johnson da NASA.
E mesmo que o Sol fique calmo durante toda a missão, está previsto um ensaio desse procedimento no oitavo dia de voo.
A Artemis II é a primeira missão tripulada a testar o protocolo dentro da Orion.
Mas a proteção disponível hoje representa um avanço significativo em relação à era Apollo.
Em agosto de 1972, entre as missões Apollo 16 e Apollo 17, uma tempestade solar de grande intensidade atingiu o espaço profundo.
Se houvesse astronautas lá naquele momento, as consequências poderiam ter sido graves.
"Viemos longe desde a era Apollo em termos de capacidade de proteger os astronautas", disse a astrofísica Azita Valinia, ex-cientista-chefe do Centro de Engenharia e Segurança da NASA. "O blindamento das naves é muito mais avançado."
"Selfie" da nave Orion feita por uma das câmeras em seus painéis solares durante a missão Artemis II
NASA
Quais são os próximos da missão?
Nas próximas horas e dias, os astronautas devem deixar a esfera de influência gravitacional da Lua, realizar queimas de correção de trajetória e conduzir experimentos a bordo antes da amerissagem prevista para 10 de abril no Oceano Pacífico.
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10 de abril: queima final de correção de trajetória, separação do módulo de serviço, reentrada com escudo térmico a até 1.650°C e amerissagem no Oceano Pacífico
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Declaração do imposto de renda de 2026 começa hoje
O prazo para entregar a declaração do Imposto de Renda 2026 já começou e vai até 29 de maio. Para prestar contas à Receita Federal, os con...
Declaração do imposto de renda de 2026 começa hoje
O prazo para entregar a declaração do Imposto de Renda 2026 já começou e vai até 29 de maio. Para prestar contas à Receita Federal, os contribuintes podem escolher entre duas formas de preencher e enviar os dados: usar o programa instalado no computador ou fazer todo o processo pela internet.
As duas opções estão disponíveis e permitem o envio da declaração dentro do mesmo prazo. A expectativa do Fisco é receber cerca de 44 milhões de declarações.
🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Enquanto o programa tradicional para computador continua em funcionamento, a Receita tem ampliado os recursos da versão digital chamada “Meu Imposto de Renda”, que pode ser acessada pelo navegador ou pelo aplicativo no celular.
De acordo com José Carlos da Fonseca, supervisor do Imposto de Renda da Receita Federal, o contribuinte continua livre para escolher qual ferramenta utilizar na hora de prestar contas ao Leão.
“Nada mudou. A gente continua com duas formas de preencher e entregar a declaração”, afirmou.
A seguir, o g1 explica como funciona cada opção e as diferenças entre elas.
Programa no computador continua disponível
Declaração também pode ser feita pela internet
Novidades na versão online
Pré-preenchida é a mesma nas duas opções
Programa no computador continua disponível
O Programa Gerador da Declaração (PGD) é a forma mais tradicional de enviar o Imposto de Renda. Nesse modelo, o contribuinte precisa baixar o programa no computador, preencher os dados manualmente e, depois, enviar a declaração para a Receita Federal pela própria ferramenta.
O preenchimento pode começar a partir dos documentos que o contribuinte já tem em mãos, como informes de rendimentos fornecidos por empresas e bancos.
▶️ Como o programa funciona diretamente no computador do usuário, o preenchimento é feito localmente, no próprio dispositivo. Por isso, algumas verificações do sistema não aparecem automaticamente durante o preenchimento.
O envio da declaração à Receita e o acesso à chamada declaração pré-preenchida — quando parte das informações já aparece automaticamente — só acontecem quando o sistema se conecta aos servidores da Receita Federal.
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Declaração também pode ser feita pela internet
Outra opção é preencher a declaração pela internet, usando o sistema Meu Imposto de Renda, que funciona dentro das plataformas digitais da Receita Federal.
O acesso pode ser feito de diferentes formas:
pelo site da Receita Federal;
pelo portal e-CAC (Centro Virtual de Atendimento);
pelo aplicativo da Receita Federal, disponível para celulares Android e iPhone.
Segundo Fonseca, o acesso direto pelo site da Receita costuma ser mais rápido. Isso porque evita a navegação por várias páginas dentro do e-CAC, que reúne diversos serviços do órgão.
▶️ Uma das principais diferenças da versão online é que o sistema faz verificações enquanto o contribuinte preenche a declaração. Assim, podem aparecer alertas quando alguma informação parece incomum ou incompleta.
Entre os exemplos de alertas estão:
💊 despesas médicas muito elevadas
👥 dependentes com rendimentos que não foram informados
💸 escolha de restituição por PIX sem chave cadastrada no CPF
Esses avisos não impedem que a declaração seja enviada à Receita, mas indicam que pode valer a pena revisar os dados antes de concluir o envio.
Apesar dessas funções, o sistema online ainda não pode ser usado em alguns casos. Atualmente, ele não atende contribuintes que tiveram:
💰 ganho de capital, como lucro na venda de imóveis
🌾 atividade rural
📜 declaração final de espólio
✈️ saída definitiva do país
Nesses casos, o envio da declaração ainda precisa ser feito pelo programa instalado no computador.
Imposto de Renda 2026: veja quem deve declarar
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Novidades na versão online
A Receita Federal ampliou algumas funcionalidades da declaração online neste ano.
Uma das mudanças é que contribuintes que tiveram operações em renda variável — como compra e venda de ações na bolsa de valores — agora também poderão usar o sistema pela internet.
▶️ Antes, nesses casos, era obrigatório preencher e enviar a declaração pelo programa instalado no computador.
Outra novidade é a possibilidade de corrigir declarações enviadas pelo programa diretamente pelo celular ou pela internet.
Isso significa que, se o contribuinte entregou a declaração pelo computador e depois percebeu algum erro, poderá fazer a correção pela versão online.
O aplicativo da Receita também permite acompanhar o andamento da declaração após o envio.
Entre as funções disponíveis estão:
🔎 verificar se a declaração já foi processada;
💰 acompanhar o pagamento da restituição;
⚠️ receber avisos caso haja pendências;
📄 verificar se a declaração caiu na chamada malha fina (quando o Fisco identifica informações que precisam ser analisadas com mais atenção).
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Imposto de renda
Marcos Serra/g1
Pré-preenchida é a mesma nas duas opções
Uma das facilidades disponíveis atualmente é a declaração pré-preenchida, em que parte das informações já aparece automaticamente no sistema.
Entre os dados que podem ser incluídos estão, por exemplo:
🏢 rendimentos informados por empresas;
🏦 informações enviadas por bancos e instituições financeiras;
🧾 pagamentos declarados por prestadores de serviço.
Segundo a Receita Federal, o conteúdo da declaração pré-preenchida é o mesmo independentemente da ferramenta utilizada.
Isso significa que os mesmos dados aparecem tanto no programa instalado no computador quanto na versão online.
Mesmo com essa facilidade, o Fisco orienta que o contribuinte confira todos os dados antes de concluir o envio. Isso porque as informações são fornecidas por terceiros, como empresas e instituições financeiras.
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A crypto analyst has presented a new roadmap for Bitcoin (BTC), outlining his interpretation of past events and forecasting the market’s next possible moves in the coming months. The analyst also s...
A crypto analyst has presented a new roadmap for Bitcoin (BTC), outlining his interpretation of past events and forecasting the market’s next possible moves in the coming months. The analyst also shared insights into the market’s psychology during key periods in the current cycle. While he reveals how to trade in this shaky environment, the analyst also projects that Bitcoin could hit a new all-time high of $215,000 soon. His overall analysis suggests that Bitcoin may still be in a bull market despite recent price crashes and analysts’ claim that it has entered its cyclical bear phase. A Look At Bitcoin’s Past Cycle Moves In an X post on April 5, crypto market analyst Nehal shared his Bitcoin roadmap for 2026 and several strategies for trading and navigating this cycle. The analyst presented a psychology chart that captures investors’ sentiment stages for each month in a bull and bear market, highlighting how these emotions can drive trading decisions as the market moves. Related Reading: Analyst Who Called Bitcoin Top Says Price Is Going To $200,000, But Should You Buy Now? Starting in February, Nehal described the month as a classic bear trap phase. He noted that during this period, Bitcoin’s price remained low as many investors remained in disbelief, doubting that any emerging rally would hold. At the same time, smart money quietly accumulated positions while others hesitated, seeing any small price bounce as fake. As March unfolded, the analyst noted that the market experienced a final shakeout. Here, weak hands were forced to sell their bags amid the downtrend, even as momentum began to shift upward. By the end of the month, the chart shows that optimism had grown among investors, who began to believe the rally was real, setting the stage for a broader bull run. Now in April, Nehal believes that the long-anticipated altcoin season is taking hold, signaling a capital rotation from Bitcoin into other cryptocurrencies. The chart shows that during this period, thrill and FOMO are expected to dominate the market as investors take longer positions and confidence slowly peaks before BTC’s projected all-time high. What’s Next For The Market Looking ahead to May, Nehal has projected that Bitcoin could reach its next peak near $215,000, marking a more than 200% increase from its current price above $69,000. During this period, early holders may begin taking profits while late buyers rush in. The chart shows that euphoria would be at its highest at this stage as greed spreads and many traders, unfortunately, end up buying near the top. Related Reading: Bitcoin Price To $80,000: How The February Bullish Trend Can Push It 20% Higher In June, Nehal predicts that a bull trap will likely emerge, giving late buyers the illusion that the rally is continuing. His chart indicated that while prices may rebound briefly, anxiety will increase as leveraged positions face possible pressure. Essentially, Bitcoin traders who entered the market near the peak will probably start realizing losses, signaling the start of a downturn. Finally, during July and August, the market is expected to shift into a distribution phase that could lead to a bear market. Nehal’s chart shows that denial may fade at this time as investors place the blame on external factors. Around the same time, Bitcoin could finally hit its price bottom as late buyers likely sell their holdings and exit the market in frustration. Concluding his analysis, Nehal emphasized the importance of trading smartly and maintaining liquidity. He also advised traders to prepare in advance and position themselves strategically, warning that failing to do so could result in major losses. Featured image from Getty Images, chart from Tradingview.com
Seit 13. März hat die neue immersive Ausstellung im Center Donauturm geöffnet und ermöglicht den Besuchern eine immersive Reise ins alte Ägypten durch zahlreiche Virtual-Reality Elemente. Die „Kron...
Seit 13. März hat die neue immersive Ausstellung im Center Donauturm geöffnet und ermöglicht den Besuchern eine immersive Reise ins alte Ägypten durch zahlreiche Virtual-Reality Elemente. Die „Krone“ lädt Sie ein dabei zu sein und verlost 70 Tickets für die Ausstellung.
Tubarão é retirado do mar por pescadores na Praia do Paiva, em Pernambuco
Três homens que mutilaram um tubarão-cabeça-chata no Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife, foram autuados pelo...
Tubarão é retirado do mar por pescadores na Praia do Paiva, em Pernambuco
Três homens que mutilaram um tubarão-cabeça-chata no Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife, foram autuados pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Cada um deles terá que pagar uma multa de R$ 5 mil. As penas aplicadas somam R$ 15 mil.
O caso aconteceu no dia 29 de março, na Praia do Paiva. Imagens enviadas ao g1 e à TV Globo mostram dois pescadores cortando as barbatanas do tubarão a facadas e um deles subindo em cima do animal para posar para fotos (veja vídeo acima).
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Os pescadores, que não tiveram os nomes divulgados, foram autuados pela prática de captura ilegal. Comum no Litoral de Pernambuco, o tubarão-cabeça-chata, que tem como nome científico Carcharhinus leucas, é considerado uma espécie ameaçada de extinção.
A caça de animais silvestres com risco de extinção é proibida pelo Artigo 24 do Decreto 6.514/2008. Ainda de acordo com o Ibama, os homens também podem responder criminalmente pelos maus-tratos ao animal.
Captura ilegal
Tubarão-cabeça-chata é retirado do mar e tem barbatanas cortadas na Praia do paiva
Montagem/g1
Segundo a Associação da Reserva do Paiva, o tubarão foi encontrado por volta das 7h do dia 29 de março após ser capturado por uma rede de pesca em alto-mar, a uma distância entre um e dois quilômetros da costa do Paiva.
Conforme a entidade, por orientação da equipe da própria instituição, os pescadores enterraram as vísceras do tubarão e recolheram o restante da carcaça.
As imagens da captura foram analisadas pelo Comitê Estadual de Monitoramento de Incidentes com Tubarões (Cemit), que confirmou a espécie do tubarão.
Em nota, o órgão disse que "a conservação de espécies como o tubarão-cabeça-chata é fundamental para a manutenção do equilíbrio dos ecossistemas marinhos". O caso também é investigado pela prefeitura do Cabo de Santo Agostinho e pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE).
VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias