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Aeronáutica investiga causas da queda de monomotor em Capão da Canoa, no litoral gaúcho
O avião que caiu sobre um restaurante em Capão da Canoa, no Litoral Norte do RS, não possuía caixa-pr...
Aeronáutica investiga causas da queda de monomotor em Capão da Canoa, no litoral gaúcho
O avião que caiu sobre um restaurante em Capão da Canoa, no Litoral Norte do RS, não possuía caixa-preta, confirmou o delegado Marco Swirski ao g1 nesta segunda-feira (6). Todas as quatro pessoas que estavam a bordo da aeronave morreram.
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A Polícia Civil abriu inquérito e fará a apuração criminal dos fatos, para esclarecer as circunstâncias do acidente e identificar possíveis responsabilidades. Como não há sobreviventes, a investigação ouvirá familiares das vítimas, testemunhas relacionadas aos imóveis atingidos e pessoas ligadas à empresa proprietária do avião.
"No momento, a prioridade é a apuração técnica do evento, que vai indicar qual causa, ou causas, que levou ao acidente. Assim, somente com os laudos e análises concluídos será possível avaliar eventuais responsabilidades penais", explica Swirski.
Em outra frente, a Aeronáutica conduz a investigação técnica. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) apura fatores humanos, materiais e operacionais que eventualmente contribuíram para a queda do monomotor.
"Tem caráter preventivo e não punitivo. Descobrir as causas para que o acidente não volte a acontecer", esclarece o coronel da reserva da Brigada Militar (BM) e instrutor de voo do curso de Ciências Aeronáuticas da PUCRS, Vanius Cesar Santarosa.
Investigadores do Quinto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, com sede em Canoas, foram acionados. Entre outras atividades, os profissionais analisam destroços do avião recuperados dos escombros. Veja imagem abaixo
Em 30 dias, um relatório preliminar deve ser divulgado pelo Cenipa. A conclusão dos trabalhos, no entanto, não tem prazo previsto.
Fontes consultadas pela reportagem sugerem que a aeronave decolou da cabeceira da pista e com vento de cauda, com isso não teria atingido a velocidade ideal para uma decolagem segura.
Profissionais do Cenipa atuam nos destroços de avião que caiu em Capão da Canoa
André Ávila/Agência RBS
Matrícula, modelo e situação da aeronave
A aeronave de matrícula PS-RBK, que caiu sobre um restaurante, estava em "situação normal" de aeronavegabilidade, conforme a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
A documentação aponta que o avião foi fabricado em 1999, tinha seis assentos e peso máximo de 1.970 quilos para decolagem. O Certificado de Verificação de Aeronavegabilidade possuía validade até 30 de maio.
O avião decolou de Itápolis, município do noroeste paulista, em direção ao Rio Grande do Sul. A aeronave ainda fez escala na cidade de Forquilhinha, em Santa Catarina, para abastecer.
O voo que acabou em tragédia seria uma demonstração da aeronave aos futuros donos. Era a primeira vez do casal de empresários no modelo Piper Jetprop DLX.
"Eles estavam analisando a compra da aeronave", diz Allan Peluzzi, dono da Peluzzi Aviation, empresa de venda e aluguel de aviões.
Infográfico - informações e modelo de avião que caiu em Capão da Canoa (RS)
Arte/g1
As vítimas
Nenhum dos quatro ocupantes da aeronave resistiu ao impacto. As vítima foram identificadas como os empresários Déborah Belanda Ortolani e Luis Antonio Ortolani, que eram casados, o sócio da empresa de aviação a que pertencia a aeronave, Renan Saes, e o piloto Nelio Pessanha.
Em depoimento ao g1, uma amiga do casal, a empresária Fernanda de Matos, relata que Déborah e Luis eram muito unidos: "eles partiram juntos porque o amor deles era forte e verdadeiro".
O piloto e sócio da empresa de aviação a que pertencia a aeronave, Renan Saes, publicou um vídeo nas redes sociais momentos antes da fatalidade. Na postagem, feita por volta das 9h em seu perfil pessoal, é possível ver imagens da vista da janela do avião. Assista abaixo
O Instituto-Geral de Perícias (IGP) do Rio Grande do Sul liberou os corpos das quatro vítimas e os velórios passaram a ser realizados entre a noite de sábado (4) e a manhã de domingo (5), em cidades de três estados diferentes: Capão da Canoa (RS), Itápolis (SP) e Campos dos Goytacazes (RJ).
Vítimas de queda de avião são o casal Deborah Belanda Ortolani e Luis Antonio Ortolani, o piloto Nelio Pessanha e o sócio da empresa de aviação Renan Saes
Reprodução/Redes sociais
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Como funciona a Mega-sena
O concurso 2.993 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 15 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h desta terça-feira (7), em São Pau...
Como funciona a Mega-sena
O concurso 2.993 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 15 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h desta terça-feira (7), em São Paulo.
Clique aqui para seguir o canal de Loterias do g1 no WhatsApp
No concurso do último sábado, nenhuma aposta acertou as seis dezenas.
A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.
A Mega tem três sorteios semanais: às terças, quintas e sábados.
Volante da Mega-Sena
Ana Marin/g1
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.
According to a team announcement, the Anaheim Ducks have reassigned forward Nathan Gaucher to the AHL’s San Diego Gulls. That leaves the Ducks with 11 healthy forwards for tomorrow’s contest agains...
According to a team announcement, the Anaheim Ducks have reassigned forward Nathan Gaucher to the AHL’s San Diego Gulls. That leaves the Ducks with 11 healthy forwards for tomorrow’s contest against the Nashville Predators. Consequently, that means another roster move is expected. Anaheim will recall Gaucher for tomorrow’s contest, recall someone else, or welcome back […]
Terminaram no início de abril a janela partidária e o prazo para quem pretende se candidatar estar filiado a um partido e com domicílio eleitoral no estado em que vai disputar a eleição. Na...
Terminaram no início de abril a janela partidária e o prazo para quem pretende se candidatar estar filiado a um partido e com domicílio eleitoral no estado em que vai disputar a eleição. Na reta final do prazo, foram registradas várias movimentações envolvendo nomes conhecidos e pré-candidaturas à Presidência, aos governos estaduais e ao Congresso.
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, deixou o União Brasil e se filiou ao PSD para ser candidato ao Planalto. O senador Sergio Moro, que também estava no União Brasil, migrou para o PL e se reaproximou do bolsonarismo para disputar o governo do Paraná. O vereador Carlos Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, continua no PL, mas trocou o domicílio eleitoral do Rio para Santa Catarina e deve ser candidato ao Senado.
No campo governista, a ministra Simone Tebet deixou o MDB após 30 anos para ingressar no PSB e tentar uma vaga no Senado em uma chapa com o PT em São Paulo. Em Minas Gerais, estado considerado estratégico na campanha presidencial, o senador Rodrigo Pacheco trocou o PSD pelo PSB e pode se lançar candidato a governador com apoio do presidente Lula (PT).
As trocas também refletem disputas regionais e alinhamentos nacionais, redesenhando o cenário político a seis meses do início da campanha eleitoral.
Veja alguns:
Ronaldo Caiado (PSD)
Ronaldo Caiado, governador de Goiás
Hellenn Reis/Alego
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, trocou de partido no começo do ano numa aposta para ser candidato a presidente, por entender que esse caminho estava bloqueado no União Brasil.
Foi para o PSD de Gilberto Kassab, que àquela altura tinha outros dois nomes na disputa: Ratinho Junior e Eduardo Leite. Após a desistência do favorito Ratinho, Caiado foi o escolhido.
Ao lançar sua pré-candidatura, em março, vendeu-se como uma opção na direita a Flávio Bolsonaro, mas disse que um de seus primeiros atos seria anistiar o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Simone Tebet (PSB)
Ministra do Planejamento, Simone Tebet, fala em coletiva de imprensa sobre o bloqueio do Orçamento e elevação do IOF
Diogo Zacarias/MF
Após quase 30 anos de MDB, a ministra do Planejamento, Simone Tebet, migrou para o PSB em março.
A mudança foi articulada para que ela dispute uma vaga ao Senado por São Paulo, atendendo a um convite direto de Lula e do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB).
Tebet tem trajetória ligada ao agro e fez carreira em Mato Grosso do Sul. Ela se aproximou de Lula no segundo turno da campanha de 2022, após ficar em terceiro lugar, e justificou a escolha de ser candidata em SP pela projeção política que obteve no estado naquele ano.
Sergio Moro (PL)
Senador Sérgio Moro chega ao Senado Federal em Brasília (DF), nesta quarta-feira (22).
WALLACE MARTINS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
O senador Sergio Moro oficializou em março sua entrada no PL para concorrer ao governo do Paraná.
A filiação do ex-juiz da Lava Jato marcou também o rompimento do PL com o governador Ratinho Junior, do PSD, que deve apoiar outro candidato.
Em seu discurso de filiação, Moro prometeu um palanque forte para Flávio Bolsonaro e anunciou uma chapa composta por nomes ligados à Lava Jato, como Deltan Dallagnol (Novo), que pretende disputar o Senado.
Rodrigo Pacheco (PSB)
O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG).
Edilson Rodrigues/Agência Senado
Rodrigo Pacheco, ex-presidente do Senado, deixou o PSD para se filiar ao PSB. O objetivo é a disputa pelo governo de Minas Gerais, em um movimento de alinhamento com o presidente Lula.
A permanência de Pacheco no PSD se tornou inviável porque o atual governador, Mateus Simões, que assumiu após a renúncia de Romeu Zema (Novo), também deve ser candidato.
No ano passado, o nome de Pacheco também foi cogitado para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), mas Lula decidiu indicar o ministro Jorge Messias justamente porque conta com o senador para a eleição.
Minas Gerais é peça-chave no xadrez da corrida presidencial e o segundo maior colégio eleitoral do país, atrás de São Paulo. Em 2022, Lula derrotou Bolsonaro por uma margem apertada no estado: 50,20% a 49,80%.
Ciro Gomes (PSDB)
Candidato a Presidência da República pelo PDT Ciro Gomes, participou no final da tarde desta quinta-feira (04) da Convenção Estadual do Partido no Palácio do Trabalhador, no bairro da Liberdade, centro da cidade de São Paulo.
SUAMY BEYDOUN/AGIF - AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/AGIF - AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/ESTADÃO CONTEÚDO
O ex-ministro e ex-presidenciável Ciro Gomes deixou o PDT após críticas à aliança com o PT no Ceará e retornou ao PSDB para disputar o governo do estado, cargo que já ocupou na década de 1990.
A filiação ao PSDB ocorreu em outubro de 2025, em uma cerimônia com a presença de lideranças bolsonaristas e de oposição ao PT, como o deputado federal André Fernandes (PL) e o ex-deputado Capitão Wagner (União Brasil).
Ciro deixou o PDT após considerar sua permanência "insustentável" devido à decisão do partido de apoiar Elmano de Freitas (PT), governador que tentará a reeleição e será seu adversário.
Kátia Abreu (PT)
Kátia Abreu em pronunciamento no plenário do Senado
Jefferson Rudy / Agência Senado
A ex-senadora Kátia Abreu, de trajetória ligada a partidos de direita e ao agronegócio, anunciou sua filiação ao PT no Tocantins. A mudança foi classificada por ela como uma etapa de "luta pela democracia" e um gesto de apoio à reeleição de Lula. Ela não mencionou planos para a eleição.
Kátia Abreu estava no PP e disse que a decisão contou com o apoio direto do Palácio do Planalto e ocorreu após um convite reforçado pelo presidente.
"Estaremos juntos nessa luta pela democracia, pela reeleição do presidente Lula, para que todos nós continuemos lutando por dias melhores, pela igualdade das pessoas e por mais justiça social", afirmou a ex-senadora.
Para o partido, a entrada dela é um "reforço de peso" para melhorar a articulação política no Tocantins e fortalecer a base aliada do governo federal no estado. Durante o ato de filiação, lideranças destacaram a lealdade de Kátia a Dilma Rousseff, de quem foi ministra, afirmando que ela esteve ao lado da ex-presidente nos momentos mais difíceis durante o processo de impeachment.
Eliziane Gama (PT)
Eliziane Gama lê o relatório final da CPI dos Atos Golpistas
Geraldo Magela/Agência Senado
A parlamentar maranhense Eliziane Gama saiu do PSD para ingressar no PT a convite de Lula, de olho na reeleição ao Senado. Ela oficializou a movimentação no dia 2 de abril.
A mudança foi motivada por divergências de posicionamento, segundo Eliziane. A senadora afirmou que o PSD, que lançou Caiado na corrida pelo Planalto, decidiu seguir um "novo caminho político" com o qual ela não concorda.
Mesmo após receber garantias do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, Eliziane optou por encerrar sua passagem de quase quatro anos na legenda.
Efraim Filho (PL)
O senador Efraim Filho (União-PB).
Marcos Oliveira/Agência Senado
O senador paraibano Efraim Filho trocou o União Brasil pelo PL para lançar sua pré-candidatura ao governo da Paraíba.
O anúncio ocorreu durante um evento em João Pessoa no dia 22 de março e contou com o apoio de lideranças nacionais do partido, como Flávio Bolsonaro.
A saída do União Brasil foi motivada por embates internos com o grupo do deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP) pelo controle da estrurura partidária no estado.
PP e União Brasil formaram uma federação e terão que tomar decisões juntos na eleição e durante os próximos anos, incluindo a discussão de alianças e a formação de chapas.
JHC (PSDB)
JHC, prefeito de Maceió
Secom Maceió
O prefeito de Maceió, João Henrique Caldas (JHC), trocou o PL pelo PSDB e assumiu a presidência estadual da nova sigla.
Em 4 de abril, último dia do prazo para a desincompatibilização, JHC renunciou ao mandato para disputar a eleição. Ele vinha dizendo que tentaria o governo do estado, mas não confirmou esse plano após trocar de partido e deixar a prefeitura.
O vice-prefeito Rodrigo Cunha (Podemos) assumiu o comando da capital alagoana. JHC justificou sua movimentação afirmando que há uma "adesão muito grande" ao seu projeto atual.
Mão apertando tecla em urna eletrônica
Divulgação
Trocas de partido na Câmara
A Câmara dos Deputados registrou ao menos 37 trocas durante a janela partidária, mas levantamentos feitos pelas próprias legendas indicam que esse número é maior.
A janela partidária é um período de 30 dias em que deputados podem trocar de partido sem perder o mandato.
Algumas movimentações que ocorreram neste ano:
Luizianne Lins deixou o PT após 37 anos e se filiou à Rede Sustentabilidade devido a divergências internas no Ceará;
Túlio Gadêlha migrou da Rede para o PSD, lançando sua pré-candidatura ao Senado por Pernambuco na chapa da governadora Raquel Lyra;
Duda Salabert deixou o PDT e retornou ao PSOL, pelo qual buscará a reeleição como deputada federal por Minas Gerais;
Kim Kataguiri migrou do União Brasil para o recém-criado Missão, partido que reúne militantes do MBL;
André Janones deixou o Avante e filiou-se à Rede;
Rosangela Moro acompanhou o marido e trocou o União Brasil pelo PL;
Dani Cunha, filha do ex-deputado Eduardo Cunha, trocou o União Brasil pelo PL.
Um deputado teve duas movimentações no período: Nelson Padovani (Republicanos). No dia 25 de março, segundo os registros da Câmara, ele trocou o PL pelo União Brasil. Na semana seguinte, apareceu como filiado ao Republicanos.
A movimentação durante a janela partidária acabou por agravar um incômodo entre o União Brasil, que perdeu oito deputados federais, e o PL, cuja bancada ganhou o reforço de 10 deputados.
Integrantes da cúpula do União Brasil dizem que o PL “foi pra cima” de quadros do partido com protagonismo no Congresso, como por exemplo:
Mendonça Filho (PE), relator da PEC da Segurança;
Alfredo Gaspar (AL), relator da CPMI do INSS; e
Rodrigo Valadares (SE), relator da primeira versão do projeto da anistia.
Todos eram do União Brasil e se filiaram ao partido do ex-presidente Jair Bolsonaro. Além deles, outros sete deputados fizeram o mesmo movimento.
'Project Maven': como os EUA usam IA como tecnologia de guerra
Os Estados Unidos têm recorrido a um aliado não convencional na campanha contra o Irã: a inteligência artificial. No centro de...
'Project Maven': como os EUA usam IA como tecnologia de guerra
Os Estados Unidos têm recorrido a um aliado não convencional na campanha contra o Irã: a inteligência artificial. No centro dessa estratégia está o Project Maven, sistema que cruza dados de sensores e imagens de satélite para identificar alvos e mapear, em tempo real, o cenário de combate.
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Quando foi criado em 2017, o projeto surgiu para apoiar analistas militares diante da avalanche de imagens geradas por drones. Até então, o trabalho era feito manualmente: operadores precisavam examinar quadro a quadro para identificar possíveis indícios — muitas vezes visíveis por apenas instantes —, em um processo demorado e suscetível a erros.
Agora, oito anos depois, o projeto é visto como um facilitador da tomada de decisão no campo de batalha. Isso porque, ao analisar dados como imagens de satélite e registros de drones, r
Como é na prática?
Project Maven
Reprodução/X
Uma demonstração do Departamento de Defesa em março mostrou como funciona a plataforma. Veja o passo a passo:
Integração de dados: o sistema reúne informações de sensores e imagens em uma única tela, permitindo visão consolidada do campo de batalha.
Filtragem: o operador seleciona e organiza os dados relevantes na própria interface.
Identificação de alvos: ao detectar um elemento suspeito, o sistema transforma a informação em um alvo formal dentro do fluxo operacional.
Classificação: os alvos são organizados por tipo, o que orienta a tomada de decisão.
Sugestão de ataque: a plataforma cruza dados e indica possíveis cursos de ação, incluindo o recurso militar mais adequado.
Decisão e ação: o operador escolhe uma das opções e inicia a operação.
Execução integrada: todo o processo ocorre no mesmo sistema, reduzindo o tempo entre identificação e ataque.
Segundo o chefe de IA do departamento, Camaeron Stanley, graças ao programa, o que antes exigia programas diferentes e horas de trabalho humano agora leva minutos.
"Estávamos fazendo isso em cerca de oito ou nove sistemas, onde humanos estavam literalmente movendo detecções de um lado para o outro para chegar ao nosso estado final desejado", disse.
Do Google à Palantir
A Palantir é a empresa responsável pelo software de IA que alimenta o projeto. Mas essa não foi sempre a realidade.
Quando o projeto começou, em 2017, o Google era responsável pelo seu desenvolvimento. Mas questões éticas acerca do uso de IA em conflitos armados fizeram a big tech desisitir.
Em 2018, mais de 3 mil funcionários da empresa assinaram uma carta aberta para denunciar que o contrato ultrapassava uma linha vermelha. De acordo com a AFP, engenheiros da empresa chegaram a pedir demissão.
Isso fez com que o Google se recusasse a renovar o contrato. A empresa, então, publicou uma carta ética sobre IA que excluía qualquer participação em sistemas de armamento.
Em fevereiro do ano passado, contudo, a empresa alterou sua política de inteligência artificial (IA) e removeu uma cláusula que proibia o uso da tecnologia para o desenvolvimento de armas e vigilância.
Após a desistência do Google, a Palantir ocupou o lugar no projeto. Desde então, passou a liderar o fornecimento do Project Maven, com sua tecnologia de inteligência artificial formando a base central de funcionamento do programa.
A Palantir é uma empresa americana de tecnologia especializada em análise de dados, conhecida por softwares usados por governos e forças de segurança. A empresa é alvo de críticas por fornecer tecnologia ao ICE, usada em operações contra imigrantes e alvo de debates sobre direitos civis.
Os resultados
O Pentágono e a Palantir se recusaram comentar sobre o desempenho do Maven na guerra com o Irã. Entretanto, segundo a AFP, o ritmo dos ataques americanos mostra que o projeto provavelmente acelerou o processo de seleção de alvos e de disparo.
Nas primeiras 24 horas da Operação Fúria Épica, iniciada em 28 de fevereiro, as forças americanas atingiram mais de mil alvos.
Uma reportagem publicada pelo jornal norte-americano The New York Times em 2024 aponta que o Maven enfrentou o seu primeiro teste real na Guerra da Ucrânia, mas ali o software enfrentou um problema.
Segundo o jornal, a guerra evidenciou que é difícil aplicar tecnologia avançada em um conflito que ainda se parece com guerras do passado, baseadas em trincheiras e artilharia pesada.
Apesar disso, de acordo com autoridades ouvidas pelo jornal, a visualização de movimentos e comunicações russas foi simplificada pela plataforma.
Taiwanese opposition leader Cheng Li-wun arrived in China on Tuesday for a six-day visit. Although she has long advocated for Taiwan’s independence, she is now working to improve relations with Be...
Taiwanese opposition leader Cheng Li-wun arrived in China on Tuesday for a six-day visit. Although she has long advocated for Taiwan’s independence, she is now working to improve relations with Beijing.
Adeilson Trindade do Nascimento, de 34 anos, o enteado Alan Rodrigues Nogueira, de 17, e o filho Guilherme Henrique Trindade, de 3
Reprodução/Redes Sociais
Adeilson Trindade do Nascimento, ...
Adeilson Trindade do Nascimento, de 34 anos, o enteado Alan Rodrigues Nogueira, de 17, e o filho Guilherme Henrique Trindade, de 3
Reprodução/Redes Sociais
Adeilson Trindade do Nascimento, de 34 anos, o filho Guilherme Henrique Trindade, de 3, e o enteado Alan Rodrigues Nogueira, de 17, não resistiram ao acidente na BR-354, em Campos Altos, no Alto Paranaíba. A mãe dos meninos, Tatiane Nogueira, também de 34 anos, estava grávida, foi socorrida em estado grave, mas teve a gestação interrompida.
Segundo a Polícia Militar Rodoviária (PMRv), o acidente ocorreu por volta das 15h de sábado (4), no km 349 da rodovia. A família estava em um veículo conduzido por Adeilson quando bateu na traseira de um caminhão-tanque.
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Emocionada, a manicure Lucilene Rodrigues, que é tia do adolescente, a família tenta encontrar palavras para descrever a dor da perda. Segundo ela, ficou sabendo do acidente por uma cunhada e, sem muitos detalhes, começou uma busca por informações.
“A gente foi de hospital em hospital, procurando por eles. Eu não queria acreditar”, disse a manicure.
A confirmação veio apenas depois, quando o marido retornou do local do acidente.
"Ali meu mundo acabou".
As mortes foram confirmadas ainda no local pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Após a perícia, os corpos foram encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML) de Araxá, também no Alto Paranaíba.
Família morre em acidente na BR-354 em Campos Altos
PMRv/Divulgação
Uma família cheia de vida
Ainda segundo Lucilene, Alan tinha uma má formação no cérebro, mas era cheio de vida.
“Ele era muito importante para nós, muito cheio de gracinha”, contou.
E nos últimos anos, a família comemorava cada conquista.
“Já fazia uns cinco anos que ele tinha começado a andar sozinho. Era uma alegria tão grande”, disse a tia.
Do mesmo modo, o pequeno Guilherme foi lembrado como uma criança doce e cativante.
“Ele tinha um brilho surreal, era muito esperto, inteligente, muito carinhoso”, ressaltou Lucilene.
Já o motorista do carro, Adeilson, foi descrito com carinho pela manicure.
“Ele era muito atencioso com eles. A gente agradece muito a Deus por ter colocado ele nas nossas vidas”, afirmou.
Conforme a Lucilene, a única sobrevivente é Tatiane, que estava grávida de seis meses. Ela já está consciente e recebeu a notícia das mortes recentemente.
“A Tati está consciente. Ontem ela ficou sabendo. Agora a gente está aguardando a cirurgia do braço dela, que quebrou”, disse.
Grávida socorrida em estado grave perdeu o bebê
A mãe das crianças foi socorrida em estado grave pelo Samu e levada para o Hospital Regional Antônio Dias, em Patos de Minas, ainda no Alto Paranaíba.
De acordo com a PMRv, foi constatado que a mulher estava grávida de cerca de 26 semanas. Os socorristas informaram que a gestação foi interrompida em decorrência dos ferimentos causados pelo acidente.
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Motorista diz que chovia no momento do acidente
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PMRv/Divulgação
Segundo o motorista do caminhão, de 40 anos, ele seguia pela rodovia no sentido São Gotardo a Santa Rosa da Serra, sem carga, quando ao fazer uma curva à direita, ouviu um barulho. Ao olhar pelo retrovisor, viu o carro já parado às margens da rodovia, no sentido contrário.
O motorista ainda afirmou aos militares que chovia no momento do acidente, a pista estava molhada e havia garoa. Ele contou que parou o caminhão no acostamento logo à frente e acionou a polícia após ser informado por testemunhas de que havia vítimas.
O condutor realizou o teste do bafômetro, que teve resultado negativo para ingestão de álcool.
O caminhão e os semirreboques estavam devidamente licenciados. O carro da família permaneceu no local e foi retirado posteriormente por um familiar.
A perícia técnica esteve no local e as circunstâncias do acidente são apuradas.
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Em menos de 4 horas, acidentes com caminhões deixam três mortos na BR-365 | Crédito: Redes Sociais
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