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According to a team announcement, the Anaheim Ducks have reassigned forward Nathan Gaucher to the AHL’s San Diego Gulls. That leaves the Ducks with 11 healthy forwards for tomorrow’s contest against the Nashville Predators. Consequently, that means another roster move is expected. Anaheim will recall Gaucher for tomorrow’s contest, recall someone else, or welcome back […]
Terminaram no início de abril a janela partidária e o prazo para quem pretende se candidatar estar filiado a um partido e com domicílio eleitoral no estado em que vai disputar a eleição. Na...
Terminaram no início de abril a janela partidária e o prazo para quem pretende se candidatar estar filiado a um partido e com domicílio eleitoral no estado em que vai disputar a eleição. Na reta final do prazo, foram registradas várias movimentações envolvendo nomes conhecidos e pré-candidaturas à Presidência, aos governos estaduais e ao Congresso.
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, deixou o União Brasil e se filiou ao PSD para ser candidato ao Planalto. O senador Sergio Moro, que também estava no União Brasil, migrou para o PL e se reaproximou do bolsonarismo para disputar o governo do Paraná. O vereador Carlos Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, continua no PL, mas trocou o domicílio eleitoral do Rio para Santa Catarina e deve ser candidato ao Senado.
No campo governista, a ministra Simone Tebet deixou o MDB após 30 anos para ingressar no PSB e tentar uma vaga no Senado em uma chapa com o PT em São Paulo. Em Minas Gerais, estado considerado estratégico na campanha presidencial, o senador Rodrigo Pacheco trocou o PSD pelo PSB e pode se lançar candidato a governador com apoio do presidente Lula (PT).
As trocas também refletem disputas regionais e alinhamentos nacionais, redesenhando o cenário político a seis meses do início da campanha eleitoral.
Veja alguns:
Ronaldo Caiado (PSD)
Ronaldo Caiado, governador de Goiás
Hellenn Reis/Alego
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, trocou de partido no começo do ano numa aposta para ser candidato a presidente, por entender que esse caminho estava bloqueado no União Brasil.
Foi para o PSD de Gilberto Kassab, que àquela altura tinha outros dois nomes na disputa: Ratinho Junior e Eduardo Leite. Após a desistência do favorito Ratinho, Caiado foi o escolhido.
Ao lançar sua pré-candidatura, em março, vendeu-se como uma opção na direita a Flávio Bolsonaro, mas disse que um de seus primeiros atos seria anistiar o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Simone Tebet (PSB)
Ministra do Planejamento, Simone Tebet, fala em coletiva de imprensa sobre o bloqueio do Orçamento e elevação do IOF
Diogo Zacarias/MF
Após quase 30 anos de MDB, a ministra do Planejamento, Simone Tebet, migrou para o PSB em março.
A mudança foi articulada para que ela dispute uma vaga ao Senado por São Paulo, atendendo a um convite direto de Lula e do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB).
Tebet tem trajetória ligada ao agro e fez carreira em Mato Grosso do Sul. Ela se aproximou de Lula no segundo turno da campanha de 2022, após ficar em terceiro lugar, e justificou a escolha de ser candidata em SP pela projeção política que obteve no estado naquele ano.
Sergio Moro (PL)
Senador Sérgio Moro chega ao Senado Federal em Brasília (DF), nesta quarta-feira (22).
WALLACE MARTINS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
O senador Sergio Moro oficializou em março sua entrada no PL para concorrer ao governo do Paraná.
A filiação do ex-juiz da Lava Jato marcou também o rompimento do PL com o governador Ratinho Junior, do PSD, que deve apoiar outro candidato.
Em seu discurso de filiação, Moro prometeu um palanque forte para Flávio Bolsonaro e anunciou uma chapa composta por nomes ligados à Lava Jato, como Deltan Dallagnol (Novo), que pretende disputar o Senado.
Rodrigo Pacheco (PSB)
O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG).
Edilson Rodrigues/Agência Senado
Rodrigo Pacheco, ex-presidente do Senado, deixou o PSD para se filiar ao PSB. O objetivo é a disputa pelo governo de Minas Gerais, em um movimento de alinhamento com o presidente Lula.
A permanência de Pacheco no PSD se tornou inviável porque o atual governador, Mateus Simões, que assumiu após a renúncia de Romeu Zema (Novo), também deve ser candidato.
No ano passado, o nome de Pacheco também foi cogitado para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), mas Lula decidiu indicar o ministro Jorge Messias justamente porque conta com o senador para a eleição.
Minas Gerais é peça-chave no xadrez da corrida presidencial e o segundo maior colégio eleitoral do país, atrás de São Paulo. Em 2022, Lula derrotou Bolsonaro por uma margem apertada no estado: 50,20% a 49,80%.
Ciro Gomes (PSDB)
Candidato a Presidência da República pelo PDT Ciro Gomes, participou no final da tarde desta quinta-feira (04) da Convenção Estadual do Partido no Palácio do Trabalhador, no bairro da Liberdade, centro da cidade de São Paulo.
SUAMY BEYDOUN/AGIF - AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/AGIF - AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/ESTADÃO CONTEÚDO
O ex-ministro e ex-presidenciável Ciro Gomes deixou o PDT após críticas à aliança com o PT no Ceará e retornou ao PSDB para disputar o governo do estado, cargo que já ocupou na década de 1990.
A filiação ao PSDB ocorreu em outubro de 2025, em uma cerimônia com a presença de lideranças bolsonaristas e de oposição ao PT, como o deputado federal André Fernandes (PL) e o ex-deputado Capitão Wagner (União Brasil).
Ciro deixou o PDT após considerar sua permanência "insustentável" devido à decisão do partido de apoiar Elmano de Freitas (PT), governador que tentará a reeleição e será seu adversário.
Kátia Abreu (PT)
Kátia Abreu em pronunciamento no plenário do Senado
Jefferson Rudy / Agência Senado
A ex-senadora Kátia Abreu, de trajetória ligada a partidos de direita e ao agronegócio, anunciou sua filiação ao PT no Tocantins. A mudança foi classificada por ela como uma etapa de "luta pela democracia" e um gesto de apoio à reeleição de Lula. Ela não mencionou planos para a eleição.
Kátia Abreu estava no PP e disse que a decisão contou com o apoio direto do Palácio do Planalto e ocorreu após um convite reforçado pelo presidente.
"Estaremos juntos nessa luta pela democracia, pela reeleição do presidente Lula, para que todos nós continuemos lutando por dias melhores, pela igualdade das pessoas e por mais justiça social", afirmou a ex-senadora.
Para o partido, a entrada dela é um "reforço de peso" para melhorar a articulação política no Tocantins e fortalecer a base aliada do governo federal no estado. Durante o ato de filiação, lideranças destacaram a lealdade de Kátia a Dilma Rousseff, de quem foi ministra, afirmando que ela esteve ao lado da ex-presidente nos momentos mais difíceis durante o processo de impeachment.
Eliziane Gama (PT)
Eliziane Gama lê o relatório final da CPI dos Atos Golpistas
Geraldo Magela/Agência Senado
A parlamentar maranhense Eliziane Gama saiu do PSD para ingressar no PT a convite de Lula, de olho na reeleição ao Senado. Ela oficializou a movimentação no dia 2 de abril.
A mudança foi motivada por divergências de posicionamento, segundo Eliziane. A senadora afirmou que o PSD, que lançou Caiado na corrida pelo Planalto, decidiu seguir um "novo caminho político" com o qual ela não concorda.
Mesmo após receber garantias do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, Eliziane optou por encerrar sua passagem de quase quatro anos na legenda.
Efraim Filho (PL)
O senador Efraim Filho (União-PB).
Marcos Oliveira/Agência Senado
O senador paraibano Efraim Filho trocou o União Brasil pelo PL para lançar sua pré-candidatura ao governo da Paraíba.
O anúncio ocorreu durante um evento em João Pessoa no dia 22 de março e contou com o apoio de lideranças nacionais do partido, como Flávio Bolsonaro.
A saída do União Brasil foi motivada por embates internos com o grupo do deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP) pelo controle da estrurura partidária no estado.
PP e União Brasil formaram uma federação e terão que tomar decisões juntos na eleição e durante os próximos anos, incluindo a discussão de alianças e a formação de chapas.
JHC (PSDB)
JHC, prefeito de Maceió
Secom Maceió
O prefeito de Maceió, João Henrique Caldas (JHC), trocou o PL pelo PSDB e assumiu a presidência estadual da nova sigla.
Em 4 de abril, último dia do prazo para a desincompatibilização, JHC renunciou ao mandato para disputar a eleição. Ele vinha dizendo que tentaria o governo do estado, mas não confirmou esse plano após trocar de partido e deixar a prefeitura.
O vice-prefeito Rodrigo Cunha (Podemos) assumiu o comando da capital alagoana. JHC justificou sua movimentação afirmando que há uma "adesão muito grande" ao seu projeto atual.
Mão apertando tecla em urna eletrônica
Divulgação
Trocas de partido na Câmara
A Câmara dos Deputados registrou ao menos 37 trocas durante a janela partidária, mas levantamentos feitos pelas próprias legendas indicam que esse número é maior.
A janela partidária é um período de 30 dias em que deputados podem trocar de partido sem perder o mandato.
Algumas movimentações que ocorreram neste ano:
Luizianne Lins deixou o PT após 37 anos e se filiou à Rede Sustentabilidade devido a divergências internas no Ceará;
Túlio Gadêlha migrou da Rede para o PSD, lançando sua pré-candidatura ao Senado por Pernambuco na chapa da governadora Raquel Lyra;
Duda Salabert deixou o PDT e retornou ao PSOL, pelo qual buscará a reeleição como deputada federal por Minas Gerais;
Kim Kataguiri migrou do União Brasil para o recém-criado Missão, partido que reúne militantes do MBL;
André Janones deixou o Avante e filiou-se à Rede;
Rosangela Moro acompanhou o marido e trocou o União Brasil pelo PL;
Dani Cunha, filha do ex-deputado Eduardo Cunha, trocou o União Brasil pelo PL.
Um deputado teve duas movimentações no período: Nelson Padovani (Republicanos). No dia 25 de março, segundo os registros da Câmara, ele trocou o PL pelo União Brasil. Na semana seguinte, apareceu como filiado ao Republicanos.
A movimentação durante a janela partidária acabou por agravar um incômodo entre o União Brasil, que perdeu oito deputados federais, e o PL, cuja bancada ganhou o reforço de 10 deputados.
Integrantes da cúpula do União Brasil dizem que o PL “foi pra cima” de quadros do partido com protagonismo no Congresso, como por exemplo:
Mendonça Filho (PE), relator da PEC da Segurança;
Alfredo Gaspar (AL), relator da CPMI do INSS; e
Rodrigo Valadares (SE), relator da primeira versão do projeto da anistia.
Todos eram do União Brasil e se filiaram ao partido do ex-presidente Jair Bolsonaro. Além deles, outros sete deputados fizeram o mesmo movimento.
'Project Maven': como os EUA usam IA como tecnologia de guerra
Os Estados Unidos têm recorrido a um aliado não convencional na campanha contra o Irã: a inteligência artificial. No centro de...
'Project Maven': como os EUA usam IA como tecnologia de guerra
Os Estados Unidos têm recorrido a um aliado não convencional na campanha contra o Irã: a inteligência artificial. No centro dessa estratégia está o Project Maven, sistema que cruza dados de sensores e imagens de satélite para identificar alvos e mapear, em tempo real, o cenário de combate.
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Quando foi criado em 2017, o projeto surgiu para apoiar analistas militares diante da avalanche de imagens geradas por drones. Até então, o trabalho era feito manualmente: operadores precisavam examinar quadro a quadro para identificar possíveis indícios — muitas vezes visíveis por apenas instantes —, em um processo demorado e suscetível a erros.
Agora, oito anos depois, o projeto é visto como um facilitador da tomada de decisão no campo de batalha. Isso porque, ao analisar dados como imagens de satélite e registros de drones, r
Como é na prática?
Project Maven
Reprodução/X
Uma demonstração do Departamento de Defesa em março mostrou como funciona a plataforma. Veja o passo a passo:
Integração de dados: o sistema reúne informações de sensores e imagens em uma única tela, permitindo visão consolidada do campo de batalha.
Filtragem: o operador seleciona e organiza os dados relevantes na própria interface.
Identificação de alvos: ao detectar um elemento suspeito, o sistema transforma a informação em um alvo formal dentro do fluxo operacional.
Classificação: os alvos são organizados por tipo, o que orienta a tomada de decisão.
Sugestão de ataque: a plataforma cruza dados e indica possíveis cursos de ação, incluindo o recurso militar mais adequado.
Decisão e ação: o operador escolhe uma das opções e inicia a operação.
Execução integrada: todo o processo ocorre no mesmo sistema, reduzindo o tempo entre identificação e ataque.
Segundo o chefe de IA do departamento, Camaeron Stanley, graças ao programa, o que antes exigia programas diferentes e horas de trabalho humano agora leva minutos.
"Estávamos fazendo isso em cerca de oito ou nove sistemas, onde humanos estavam literalmente movendo detecções de um lado para o outro para chegar ao nosso estado final desejado", disse.
Do Google à Palantir
A Palantir é a empresa responsável pelo software de IA que alimenta o projeto. Mas essa não foi sempre a realidade.
Quando o projeto começou, em 2017, o Google era responsável pelo seu desenvolvimento. Mas questões éticas acerca do uso de IA em conflitos armados fizeram a big tech desisitir.
Em 2018, mais de 3 mil funcionários da empresa assinaram uma carta aberta para denunciar que o contrato ultrapassava uma linha vermelha. De acordo com a AFP, engenheiros da empresa chegaram a pedir demissão.
Isso fez com que o Google se recusasse a renovar o contrato. A empresa, então, publicou uma carta ética sobre IA que excluía qualquer participação em sistemas de armamento.
Em fevereiro do ano passado, contudo, a empresa alterou sua política de inteligência artificial (IA) e removeu uma cláusula que proibia o uso da tecnologia para o desenvolvimento de armas e vigilância.
Após a desistência do Google, a Palantir ocupou o lugar no projeto. Desde então, passou a liderar o fornecimento do Project Maven, com sua tecnologia de inteligência artificial formando a base central de funcionamento do programa.
A Palantir é uma empresa americana de tecnologia especializada em análise de dados, conhecida por softwares usados por governos e forças de segurança. A empresa é alvo de críticas por fornecer tecnologia ao ICE, usada em operações contra imigrantes e alvo de debates sobre direitos civis.
Os resultados
O Pentágono e a Palantir se recusaram comentar sobre o desempenho do Maven na guerra com o Irã. Entretanto, segundo a AFP, o ritmo dos ataques americanos mostra que o projeto provavelmente acelerou o processo de seleção de alvos e de disparo.
Nas primeiras 24 horas da Operação Fúria Épica, iniciada em 28 de fevereiro, as forças americanas atingiram mais de mil alvos.
Uma reportagem publicada pelo jornal norte-americano The New York Times em 2024 aponta que o Maven enfrentou o seu primeiro teste real na Guerra da Ucrânia, mas ali o software enfrentou um problema.
Segundo o jornal, a guerra evidenciou que é difícil aplicar tecnologia avançada em um conflito que ainda se parece com guerras do passado, baseadas em trincheiras e artilharia pesada.
Apesar disso, de acordo com autoridades ouvidas pelo jornal, a visualização de movimentos e comunicações russas foi simplificada pela plataforma.
Taiwanese opposition leader Cheng Li-wun arrived in China on Tuesday for a six-day visit. Although she has long advocated for Taiwan’s independence, she is now working to improve relations with Be...
Taiwanese opposition leader Cheng Li-wun arrived in China on Tuesday for a six-day visit. Although she has long advocated for Taiwan’s independence, she is now working to improve relations with Beijing.
Adeilson Trindade do Nascimento, de 34 anos, o enteado Alan Rodrigues Nogueira, de 17, e o filho Guilherme Henrique Trindade, de 3
Reprodução/Redes Sociais
Adeilson Trindade do Nascimento, ...
Adeilson Trindade do Nascimento, de 34 anos, o enteado Alan Rodrigues Nogueira, de 17, e o filho Guilherme Henrique Trindade, de 3
Reprodução/Redes Sociais
Adeilson Trindade do Nascimento, de 34 anos, o filho Guilherme Henrique Trindade, de 3, e o enteado Alan Rodrigues Nogueira, de 17, não resistiram ao acidente na BR-354, em Campos Altos, no Alto Paranaíba. A mãe dos meninos, Tatiane Nogueira, também de 34 anos, estava grávida, foi socorrida em estado grave, mas teve a gestação interrompida.
Segundo a Polícia Militar Rodoviária (PMRv), o acidente ocorreu por volta das 15h de sábado (4), no km 349 da rodovia. A família estava em um veículo conduzido por Adeilson quando bateu na traseira de um caminhão-tanque.
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Emocionada, a manicure Lucilene Rodrigues, que é tia do adolescente, a família tenta encontrar palavras para descrever a dor da perda. Segundo ela, ficou sabendo do acidente por uma cunhada e, sem muitos detalhes, começou uma busca por informações.
“A gente foi de hospital em hospital, procurando por eles. Eu não queria acreditar”, disse a manicure.
A confirmação veio apenas depois, quando o marido retornou do local do acidente.
"Ali meu mundo acabou".
As mortes foram confirmadas ainda no local pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Após a perícia, os corpos foram encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML) de Araxá, também no Alto Paranaíba.
Família morre em acidente na BR-354 em Campos Altos
PMRv/Divulgação
Uma família cheia de vida
Ainda segundo Lucilene, Alan tinha uma má formação no cérebro, mas era cheio de vida.
“Ele era muito importante para nós, muito cheio de gracinha”, contou.
E nos últimos anos, a família comemorava cada conquista.
“Já fazia uns cinco anos que ele tinha começado a andar sozinho. Era uma alegria tão grande”, disse a tia.
Do mesmo modo, o pequeno Guilherme foi lembrado como uma criança doce e cativante.
“Ele tinha um brilho surreal, era muito esperto, inteligente, muito carinhoso”, ressaltou Lucilene.
Já o motorista do carro, Adeilson, foi descrito com carinho pela manicure.
“Ele era muito atencioso com eles. A gente agradece muito a Deus por ter colocado ele nas nossas vidas”, afirmou.
Conforme a Lucilene, a única sobrevivente é Tatiane, que estava grávida de seis meses. Ela já está consciente e recebeu a notícia das mortes recentemente.
“A Tati está consciente. Ontem ela ficou sabendo. Agora a gente está aguardando a cirurgia do braço dela, que quebrou”, disse.
Grávida socorrida em estado grave perdeu o bebê
A mãe das crianças foi socorrida em estado grave pelo Samu e levada para o Hospital Regional Antônio Dias, em Patos de Minas, ainda no Alto Paranaíba.
De acordo com a PMRv, foi constatado que a mulher estava grávida de cerca de 26 semanas. Os socorristas informaram que a gestação foi interrompida em decorrência dos ferimentos causados pelo acidente.
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PMRv/Divulgação
Segundo o motorista do caminhão, de 40 anos, ele seguia pela rodovia no sentido São Gotardo a Santa Rosa da Serra, sem carga, quando ao fazer uma curva à direita, ouviu um barulho. Ao olhar pelo retrovisor, viu o carro já parado às margens da rodovia, no sentido contrário.
O motorista ainda afirmou aos militares que chovia no momento do acidente, a pista estava molhada e havia garoa. Ele contou que parou o caminhão no acostamento logo à frente e acionou a polícia após ser informado por testemunhas de que havia vítimas.
O condutor realizou o teste do bafômetro, que teve resultado negativo para ingestão de álcool.
O caminhão e os semirreboques estavam devidamente licenciados. O carro da família permaneceu no local e foi retirado posteriormente por um familiar.
A perícia técnica esteve no local e as circunstâncias do acidente são apuradas.
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As duas mulheres que morreram após um ônibus de viagem invadir a rodoviária de Itambé, no sudoeste da Bahia, voltavam para casa depois de passar o feriado prolongado de Semana Santa com as suas famílias, quando aconteceu o acidente, nesta segunda-feira (6).
Segundo apurou a TV Sudoeste, afiliada da Rede Bahia na região, Danielle Jheniffer Ramos Santana, de 20 anos, e Janete Silva Oliveira, de 51, tinham saído do distrito de Nova Brasília, da cidade de Ribeirão do Largo, onde nasceram.
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As duas seguiam para Itapetinga, onde moravam atualmente. Itambé fica no meio do caminho entre os municípios, que são distantes 87,9 km. Apesar de conterrâneas e de residirem na mesma cidade, as duas não eram da mesma família.
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Vítimas do acidente em Itambé, no sudoeste da Bahia
Redes sociais
Janete era casada e deixa três filhos. Já Danielle era estudante universitária e tinha se mudado justamente para dar início ao ensino superior.
A jovem era sobrinha dos dois sobreviventes. Danilson Ramos Santana, de 41 anos, e Danildo Ramos Santana, de 39, foram socorridos em estado grave para o Hospital Geral de Vitória da Conquista (HGVC), também no sudoeste do estado.
Segundo apurou a TV Sudoeste com familiares das vítimas, os dois tiveram as duas pernas amputadas e não têm previsão de alta.
Os corpos de Danielle e de Janete serão sepultados na terça-feira (6), no distrito de Nova Brasília. O horário, no entanto, ainda não foi divulgado.
Em nota compartilhada nas redes sociais, as prefeituras de Itambé e Ribeirão do Largo lamentaram o acidente e se solidarizaram com familiares das vítimas. Em Itambé foi declarado luto de três dias.
Relembre acidente
Duas mulheres morrem após ônibus invadir rodoviária no interior da Bahia
Redes Sociais
O ônibus tinha saído do Vitória da Conquista com destino a Itabuna. No momento do acidente, por volta das 7h, o coletivo fazia uma das paradas do caminho.
Uma câmera de segurança filmou o momento da colisão. O vídeo mostra o local onde os passageiros costumam esperar pelos ônibus: um espaço com bancos de madeira e uma pequena lanchonete. No momento do acidente, as pessoas que estavam nesse ponto correram assustadas.
As duas mulheres que morreram e os outros dois homens que ficaram gravemente feridos estavam um pouco mais a frente, perto do local do estacionamento dos ônibus, e não foram filmados pela câmera.
Em nota, a empresa Rota Transportes afirmou que os 20 passageiros que já estavam dentro do ônibus não ficaram feridos e foram realocados para outro coletivo. A empresa disse também que presta assistência às vítimas e apura as causas do acidente internamente.
Motorista fugiu
Segundo a Polícia Civil (PC), o motorista responsável pelo ônibus fugiu do local após a colisão. À TV Sudoeste, o delegado Márcio Alan Assunção, que é responsável pelo caso, disse que o condutor teve uma discussão com passageiros, antes de voltar ao veículo e dirigir novamente. Foi nesse momento que o acidente aconteceu.
O motivo da briga seria porque, na concepção do motoristas, essas pessoas estavam sentadas em um local irregular.
"A gente não sabe o que aconteceu, é um veículo automático. Houve esse avanço do veículo e infelizmente a morte violenta de duas pessoas. Depois disso ele [motorista] teria evadido", contou o delegado.
Para o delegado, a fuga do motorista é uma atitude suspeita e que será investigada pela PC. Em nota, a empresa Rota Transportes disse que o motorista vai se apresentar no momento devido.
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Governo anuncia pacote de medidas para tentar frear alta nos combustiveis
O governo federal lançou nesta segunda-feira (6/4) um pacote de medidas para tentar amortecer os impactos da guerra...
Governo anuncia pacote de medidas para tentar frear alta nos combustiveis
O governo federal lançou nesta segunda-feira (6/4) um pacote de medidas para tentar amortecer os impactos da guerra no Irã nos combustíveis, incluindo iniciativas específicas de alívio para o setor aéreo.
Para esse segmento, as medidas anunciadas são a isenção dos impostos federais (PIS e Cofins) para o querosene de aviação (QAV) — gerando economia de R$ 0,07 por litro de combustível —, duas linhas de crédito no valor de R$ 9 bilhões para o setor, e prorrogação, para dezembro, das tarifas de navegação da Força Aérea Brasileira referentes aos meses de abril, maio e junho.
O pacote, assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), criou uma nova subvenção para a importação e produção do biodiesel, que se somará ao subsídio anunciado no início de março, e também ao gás.
No início do mês, a Petrobras havia anunciado aumento de 54,6% no preço do querosene de aviação. No acumulado desde o início da guerra, em fevereiro, a alta é de 64%.
Segundo a Petrobras, haverá 18% de reajuste em abril. O restante será parcelado em seis meses, com a primeira parcela prevista para julho. A medida vem para assegurar o "bom funcionamento do mercado", segundo a companhia.
Avião da Latam
LATAM/Divulgação
Os impactos da crise são globais, mas para o passageiro brasileiro, o cenário é de "tempestade perfeita": a alta encontra custos normalmente já elevados e um setor já abatido. Mesmo antes do anúncio da Petrobras, as passagens aéreas já vinham subindo. A prévia da inflação de março (o IPCA-15) mostrou aumento de 5,94%.
Com as novas medidas anunciadas nesta segunda, a expectativa é de que os impactos sejam amortecidos.
Especialistas ouvidos pela BBC News Brasil explicam por que o país é particularmente vulnerável a esse choque e o que o consumidor deve considerar antes de comprar seus bilhetes.
Por que os preços do querosene de aviação estão subindo?
O impacto do conflito entre Irã e EUA nos preços do combustível dos aviões se dá porque o país do Oriente Médio detém o controle do estreito de Ormuz, uma área entre o Golfo de Omã e o Golfo Pérsico.
Por ele, passa cerca de um quinto de todo o petróleo consumido no mundo, segundo a Agência Internacional de Energia (IEA). Isso acontece porque o estreito é a única saída marítima de petróleo para grandes exportadores, como Arábia Saudita, Iraque e o próprio Irã.
Estreito de Ormuz
Arte/g1
Com o conflito, os riscos em torno do transporte do petróleo aumentaram. Isso se refletiu na alta de preços do Brent, que é referência no mercado. Um dia antes da invasão norte-americana, o preço do barril de Brent fechou em US$ 71,32. Mas, ao longo do conflito, o valor já ultrapassou a marca dos US$ 115 por barril.
Como o QAV é um derivado direto do petróleo, seu preço está ligado a essas oscilações — como já visto, mesmo que com menor intensidade, em outras situações de conflito, como a invasão da Ucrânia pela Rússia em 2022.
Combustível mais caro
No Brasil, essa vulnerabilidade é amplificada pela política de Paridade de Preço de Importação (PPI), segundo Dany Oliveira, ex-diretor da International Air Transport Association (IATA) no Brasil.
Esse modelo de precificação define o valor dos combustíveis no Brasil não pelo custo real de extração e refino nacional, mas pelo quanto custaria para um importador trazer esse mesmo produto do exterior.
Na prática, a Petrobras calcula o preço somando a cotação internacional do petróleo (como o Brent, no caso do QAV) e a variação do dólar a "custos hipotéticos" de transporte, como fretes marítimos e taxas portuárias, como se o combustível estivesse cruzando o oceano em um navio-tanque.
Assim, pouco importa que cerca de 90% do QAV usado no Brasil seja produzido no país — o seu preço vai seguir o mercado internacional.
Preço do querosene de aviação no Brasil segue a cotação internacional
Getty Images via BBC
Segundo Oliveira, em tempos normais, o combustível de aviação representa cerca de 40% do custo total das empresas aéreas brasileiras, enquanto a média mundial gira em torno de 27%.
Segundo nota da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) enviada à BBC, o combustível passou a responder por 45% dos custos totais das companhias após o último reajuste.
Além disso, com a guerra, "as empresas precisam desviar de áreas justamente por conta da segurança", explica Oliveira.
"Esses desvios podem alongar o tempo de voo em até uma hora e meia. Isso é ainda mais tempo consumindo o querosene".
Vale a pena antecipar as compras de passagem?
Para Diego Endrigo, planejador financeiro pela Planejar, pode valer a pena se adiantar e comprar passagens para as viagens do resto do ano.
Ao contrário do câmbio, onde é possível comprar dólares aos poucos para fazer um "preço médio", o serviço aéreo tende a sofrer repasses abruptos.
Além disso, "as pessoas podem e devem antecipar a compra da passagem, pois há a possibilidade, com a guerra, de redução da quantidade de voos", diz Endrigo.
"E aí, se reduzir a quantidade de voos, temos a famosa regra da oferta e demanda. E a inflação de preços ocorre exatamente por isso".
Com menos oferta de voos disponíveis e demanda igual dos passageiros por viagens, os preços das passagens sobem.
Os viajantes também devem redobrar a atenção ao seguro-viagem, muitas vezes oferecido pelas próprias operadoras de cartão de crédito, que pode oferecer proteção e assistência contra imprevistos, desde emergências médicas até cancelamento de voos.
As incertezas trazidas por conflitos geopolíticos também podem trazer lições duradouras sobre planejamento pessoal, diz Diego.
"Além de toda a tragédia, cidadãos pagam muito caro economicamente por uma guerra", afirma. "Para se preparar para situações de emergência, podemos diversificar, para além de ativos, diversificar o risco-país. Hoje temos muitas opções acessíveis de contas internacionais, que permitem ter ativos em vários locais".
Mudança no STF congelou ações de passageiros contra aéreas
A decisão de compra também esbarra em uma questão para além das finanças: os direitos dos passageiros em caso de cancelamentos.
Isso porque, em novembro, o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu os processos contra companhias aéreas que tratem de atrasos, alterações ou cancelamentos de voos decorrentes de "fortuito externo" ou força maior, conforme as definições do Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA).
Na prática, isso significa que os processos motivados por eventos alheios ao controle das empresas (como condições meteorológicas adversas, fechamento de aeroportos, restrições impostas por autoridades da aviação civil ou situações de pandemia) devem ser paralisados até que o tribunal decida de forma definitiva sobre a controvérsia.
A disputa é qual conjunto de regras deve prevalecer nessas situações: se é o Código de Defesa do Consumidor (CDC), que oferece maior proteção e reparação ao passageiro, ou o CBA, que possui regras mais restritivas.
Assim, a depender do que decidir o STF, é possível que situações de guerra como a que acontece no Irã sejam lidas como "fortuito externo" e, dessa forma, passageiros afetados por um cancelamento nessas condições não tenham direito a reclamação contra companhias.
Para Walter Moura, advogado do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), uma "guerra que tem mais de três semanas não é como um tornado, que acontece do nada". Portanto, ele defende que conflitos como o do Irã não sejam enquadrados como "fortuitos externos".
"Para vendas futuras, eles têm plenas condições de fazer cálculos preditivos, criando planos especiais de pagamento e cancelamento", diz. "Não acredito que o Supremo resista à pressão das aéreas. É bom o consumidor se preparar para comprar passagens aéreas da mesma forma que comprar bilhetes de loteria. As chances de perder dinheiro são cada vez maiores."
A Anac disse em nota que as regras brasileiras "não trazem orientação específica para situação de guerra", mas entende que "o texto deve ser expandido para esse tipo de circunstância".
"Ou seja, que as companhias aéreas não são responsáveis pelo dano, o que não as isenta da necessidade de garantir assistência material aos passageiros", disse a Anac.
Potencial do Brasil para baratear combustível de aviação
Se a situação atual é de crise para todos os envolvidos, ela pode ter um pequeno ponto positivo a longo prazo: impulsionar a busca de alternativas para o QAV, que tem origem fóssil.
"O momento mostra uma altíssima dependência de um único insumo poluente, e precisamos diminuir essa dependência", diz Dany de Oliveira.
Uma das opções é o Sustainable Aviation Fuel (SAF), um biocombustível produzido a partir de resíduos como óleo de cozinha, gordura animal e biomassa de cana-de-açúcar. Os atuais motores de aviões já são compatíveis com o SAF.
Historicamente, o SAF é de 3 a 5 vezes mais caro que o querosene comum. No entanto, com o barril de Brent subindo com a guerra, essa distância econômica diminui.
O combustível sustentável (SAF) é de 3 a 5 vezes mais caro que o querosene comum, mas diferença pode cair com alta do Brent
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"O Brasil tem tudo para ser a 'Arábia Saudita do SAF'", diz Oliveira. Além de ter a maior reserva de biomassa do mundo, o Brasil já tem décadas de experiência com o Proálcool e a mistura de biodiesel, com infraestrutura adequada para biocombustíveis.
Além disso, o SAF pode trazer independência geopolítica: um combustível produzido a partir de cana-de-açúcar ou gordura animal em solo brasileiro não depende do estreito de Ormuz.
De olho nisso, o SAF faz parte da Lei do Combustível do Futuro, aprovada em 2024, que regula os passos da transição energética no Brasil. Ela define que, a partir de 2027, as companhias aéreas precisam usar uma pequena porcentagem de SAF. Empresas como a LATAM já começaram a usar o biocombustível em determinadas operações.
"O arcabouço regulatório ajuda, mas ainda falta uma carteira de investimentos para acelerar esses projetos do SAF. O que temos hoje é potencial", diz Oliveira. "Que esse momento seja uma alavanca para que esses projetos fiquem mais robustos e consigam ser acelerados".
* Com reportagem de Marina Rossi
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