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Правящая Либерально-демократическая партия (ЛДП) Японии разрабатывает систему подключения гражданской промышленности к разработке и производству вооружений. Как заявили на заседании Исследовате...
Правящая Либерально-демократическая партия (ЛДП) Японии разрабатывает систему подключения гражданской промышленности к разработке и производству вооружений. Как заявили на заседании Исследовательского совета ЛДП по вопросам обеспечения безопасности, речь идет о боевых ракетах дальностью от 2 до 6 тыс. км и более, сообщает информационное агентство Киодо. Правящая Либерально-демократическая партия Японии планирует привлечь гражданские компании к разработке и производству вооружений, передает ТАСС. Об этом стало известно на заседании Исследовательского совета ЛДП по вопросам обеспечения безопасности, где речь шла о создании боевых ракет с дальностью от двух до шести тысяч километров и более. Как отмечает агентство, в Японии хотят максимально использовать гражданские технологии, чтобы повысить потенциал страны для длительного ведения боевых действий. Особое внимание уделяется развитию дронов, робототехнических систем с искусственным интеллектом, а также организации выпуска компонентов для военных самолетов на гражданских заводах. Правительство страны также рассматривает вариант национализации предприятий, производящих боеприпасы и вооружения, чтобы увеличить объем выпуска и обеспечить прямое финансирование из бюджета. Однако есть предложения оставить управление такими производствами в руках частного бизнеса. В стране до недавнего времени существовал строгий запрет на экспорт вооружений, и он до сих пор практически сохраняется. В результате военная продукция выпускается малыми партиями, что приводит к высокой себестоимости и снижает рентабельность, из-за чего многие компании покидают рынок вооружений. Министерство обороны Японии выражает обеспокоенность возможным дефицитом боеприпасов. По информации издания «Никкэй», текущих запасов хватит не более чем на два месяца интенсивных боевых действий.Как писала газета ВЗГЛЯД, глава оборонного ведомства Японии Синдзиро Коидзуми объявил о создании многослойной системы обороны побережья с применением беспилотников. Официальный представитель МИД России Мария Захарова назвала развертывание Японией дальнобойных ракетных комплексов частью опасного курса на ремилитаризацию. Глава МИД России Сергей Лавров заявил об открытых дискуссиях в Японии по пересмотру неядерного статуса и наращиванию военного потенциала, включая развитие дальнобойных ракет и гиперзвукового оружия.
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Fábio Schvartsman, em imagem de arquivo
Marcelo Camargo/Agência Brasil
A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) deve retomar, nesta terça-feira (7), o julgamento do recurso do Mi...
Fábio Schvartsman, em imagem de arquivo
Marcelo Camargo/Agência Brasil
A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) deve retomar, nesta terça-feira (7), o julgamento do recurso do Ministério Público Federal (MPF) que busca reabrir as ações penais relacionadas ao rompimento da barragem em Brumadinho contra o ex-presidente da Vale Fábio Schvartsman.
No dia 17 de março, o STJ adiou pela terceira vez a decisão sobre o recurso, após o ministro Og Fernandes pedir vista. Até o momento, três magistrados se posicionaram. Dois deles – o relator, Sebastião Reis Júnior, e Rogério Schietti – votaram pela reinclusão de Schvartsman no banco dos réus, por entenderem que o MPF demonstrou de forma suficiente o vínculo do denunciado com os crimes.
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Já Antonio Saldanha Palheiro votou a favor do executivo. Ele considerou que não é "razoável" exigir que o presidente da empresa controle a situação de todas as barragens e que a responsabilidade penal "requer uma demonstração concreta da contribuição individual do agente para a produção do resultado".
Dois ministros ainda precisam se manifestar. A sessão da 6ª Turma nesta terça está prevista para as 14h.
O vídeo abaixo, de fevereiro de 2026, relata o início das audiências sobre o rompimento da barragem em Brumadinho na Justiça Federal:
Justiça Federal começa audiências sobre rompimento de barragem em Brumadinho
Entenda
O rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, em janeiro de 2019, deixou 270 pessoas mortas, incluindo duas mulheres grávidas, e contaminou o Rio Paraopeba com rejeitos de mineração.
Em janeiro de 2023, Fábio Schvartsman foi denunciado pelo MPF por homicídio duplamente qualificado por 270 vezes e crimes ambientais, e virou réu. Outras 15 pessoas e duas empresas também se tornaram rés.
O executivo recorreu e, em março de 2024, o Tribunal Regional Federal (TRF6) decidiu trancar as ações penais contra ele, por considerar que a denúncia não apresentou "indícios mínimos de conduta criminosa".
O MPF recorreu ao STJ. A Sexta Turma começou a julgar o caso em setembro de 2025.
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Processo criminal
O processo criminal que apura as responsabilidades pelo rompimento da barragem em Brumadinho tem atualmente 17 réus – 15 pessoas e duas empresas (Vale e Tüv Süd).
Todas as pessoas físicas foram denunciadas por homicídio duplamente qualificado com dolo eventual por 270 vezes, além de crimes contra a fauna, a flora e de poluição. Já as empresas respondem apenas pelos crimes ambientais.
As testemunhas do caso começaram a ser ouvidas em fevereiro deste ano. Ao todo, 166 foram convocadas, sendo 24 de acusação, 141 de defesa e uma em comum às duas partes.
A fase de oitivas das testemunhas vai até março do ano que vem, quando começarão os interrogatórios dos réus. O último está previsto para 17 de maio de 2027.
O objetivo das audiências é a produção de provas orais sobre a participação de cada denunciado no caso.
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Aeronáutica investiga causas da queda de monomotor em Capão da Canoa, no litoral gaúcho
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Aeronáutica investiga causas da queda de monomotor em Capão da Canoa, no litoral gaúcho
O avião que caiu sobre um restaurante em Capão da Canoa, no Litoral Norte do RS, não possuía caixa-preta, confirmou o delegado Marco Swirski ao g1 nesta segunda-feira (6). Todas as quatro pessoas que estavam a bordo da aeronave morreram.
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A Polícia Civil abriu inquérito e fará a apuração criminal dos fatos, para esclarecer as circunstâncias do acidente e identificar possíveis responsabilidades. Como não há sobreviventes, a investigação ouvirá familiares das vítimas, testemunhas relacionadas aos imóveis atingidos e pessoas ligadas à empresa proprietária do avião.
"No momento, a prioridade é a apuração técnica do evento, que vai indicar qual causa, ou causas, que levou ao acidente. Assim, somente com os laudos e análises concluídos será possível avaliar eventuais responsabilidades penais", explica Swirski.
Em outra frente, a Aeronáutica conduz a investigação técnica. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) apura fatores humanos, materiais e operacionais que eventualmente contribuíram para a queda do monomotor.
"Tem caráter preventivo e não punitivo. Descobrir as causas para que o acidente não volte a acontecer", esclarece o coronel da reserva da Brigada Militar (BM) e instrutor de voo do curso de Ciências Aeronáuticas da PUCRS, Vanius Cesar Santarosa.
Investigadores do Quinto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, com sede em Canoas, foram acionados. Entre outras atividades, os profissionais analisam destroços do avião recuperados dos escombros. Veja imagem abaixo
Em 30 dias, um relatório preliminar deve ser divulgado pelo Cenipa. A conclusão dos trabalhos, no entanto, não tem prazo previsto.
Fontes consultadas pela reportagem sugerem que a aeronave decolou da cabeceira da pista e com vento de cauda, com isso não teria atingido a velocidade ideal para uma decolagem segura.
Profissionais do Cenipa atuam nos destroços de avião que caiu em Capão da Canoa
André Ávila/Agência RBS
Matrícula, modelo e situação da aeronave
A aeronave de matrícula PS-RBK, que caiu sobre um restaurante, estava em "situação normal" de aeronavegabilidade, conforme a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
A documentação aponta que o avião foi fabricado em 1999, tinha seis assentos e peso máximo de 1.970 quilos para decolagem. O Certificado de Verificação de Aeronavegabilidade possuía validade até 30 de maio.
O avião decolou de Itápolis, município do noroeste paulista, em direção ao Rio Grande do Sul. A aeronave ainda fez escala na cidade de Forquilhinha, em Santa Catarina, para abastecer.
O voo que acabou em tragédia seria uma demonstração da aeronave aos futuros donos. Era a primeira vez do casal de empresários no modelo Piper Jetprop DLX.
"Eles estavam analisando a compra da aeronave", diz Allan Peluzzi, dono da Peluzzi Aviation, empresa de venda e aluguel de aviões.
Infográfico - informações e modelo de avião que caiu em Capão da Canoa (RS)
Arte/g1
As vítimas
Nenhum dos quatro ocupantes da aeronave resistiu ao impacto. As vítima foram identificadas como os empresários Déborah Belanda Ortolani e Luis Antonio Ortolani, que eram casados, o sócio da empresa de aviação a que pertencia a aeronave, Renan Saes, e o piloto Nelio Pessanha.
Em depoimento ao g1, uma amiga do casal, a empresária Fernanda de Matos, relata que Déborah e Luis eram muito unidos: "eles partiram juntos porque o amor deles era forte e verdadeiro".
O piloto e sócio da empresa de aviação a que pertencia a aeronave, Renan Saes, publicou um vídeo nas redes sociais momentos antes da fatalidade. Na postagem, feita por volta das 9h em seu perfil pessoal, é possível ver imagens da vista da janela do avião. Assista abaixo
O Instituto-Geral de Perícias (IGP) do Rio Grande do Sul liberou os corpos das quatro vítimas e os velórios passaram a ser realizados entre a noite de sábado (4) e a manhã de domingo (5), em cidades de três estados diferentes: Capão da Canoa (RS), Itápolis (SP) e Campos dos Goytacazes (RJ).
Vítimas de queda de avião são o casal Deborah Belanda Ortolani e Luis Antonio Ortolani, o piloto Nelio Pessanha e o sócio da empresa de aviação Renan Saes
Reprodução/Redes sociais
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Como funciona a Mega-sena
O concurso 2.993 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 15 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h desta terça-feira (7), em São Pau...
Como funciona a Mega-sena
O concurso 2.993 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 15 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h desta terça-feira (7), em São Paulo.
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No concurso do último sábado, nenhuma aposta acertou as seis dezenas.
A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.
A Mega tem três sorteios semanais: às terças, quintas e sábados.
Volante da Mega-Sena
Ana Marin/g1
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.