Government should look at ways to help as firms are paying disproportionate bills, says MakeUKBritish manufacturers have said they will have to pay an extra £940m a year in business rates because o...
Government should look at ways to help as firms are paying disproportionate bills, says MakeUKBritish manufacturers have said they will have to pay an extra £940m a year in business rates because of changes by Rachel Reeves that come into effect this month.Manufacturers face a disproportionate business rates bill because they often have large factory floors, according to analysis by MakeUK, an industry lobby group. It said that factories accounted for a fifth of England and Wales’s property by rateable value, despite manufacturers only accounting for a 10th of economic output. Continue reading...
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Mãe e filho são mortos a facadas no sul da Bahia
Uma mulher, identificada como Karielle Lima Marques de Souza, e o filho dela foram mortos a facadas na cidade de Ibirapitanga, no sul da Bah...
Mãe e filho são mortos a facadas no sul da Bahia
Uma mulher, identificada como Karielle Lima Marques de Souza, e o filho dela foram mortos a facadas na cidade de Ibirapitanga, no sul da Bahia, no domingo (5). O caso causou choque no município, que decretou luto oficial após a morte de Karielle Lima Marques de Souza, de 23 anos, e Nicolas Marques Sodré, de 6.
Karielle trabalhava como atendente de classe no grupo escolar municipal Edson Ramos, no bairro Novo. Também trancista e capoeirista, ela representou Ibirapitanga no concurso Deusa do Ébano 2025, em Salvador.
Karielle também era mãe de outra criança, de apenas 2 meses.
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Karielle Lima Marques de Souza chegou a representar Ibirapitanga no concurso Deusa do Ébano.
Reprodução/Redes sociais
Por meio do Instagram, o Bloco Ilê Aiyê publicou uma nota de pesar pela morte da ex-candidata do concurso. No texto, o bloco afro apontou que ela era mais do que uma candidata e era um símbolo da beleza negra, potência, futuro e representatividade.
"Este não é um caso isolado. É reflexo de uma estrutura que insiste em violentar, silenciar e interromper vidas negras. É urgente que a sociedade, o poder público e todas as instituições assumam seu papel no enfrentamento dessa realidade, com políticas efetivas, proteção às mulheres e responsabilização rigorosa dos agressores.", escreveu o bloco.
Bloco Ilê Aiyê publicou uma nota lamentando a morte de Karielle Lima Marques de Souza e do filho dela.
Reprodução/Redes sociais
À TV Santa Cruz, afiliada da TV Bahia na região, a família dela informou que o suspeito de cometer o crime perseguia a vítima há dias e que ela planejava registrar um boletim de ocorrência. Ele foi identificado pela polícia como Rolemberg Santos de Pina, de 32 anos.
À TV Santa Cruz, afiliada da TV Bahia na região, o delegado de Ibirapitanga, Rodrigo Fernando, detalhou que Karielle tinha um relacionamento com um outro homem, mas o suspeito tentava se aproximar dela desde a adolescência, que, por sua vez, recusava as investidas.
Homem suspeito de matar mãe e filho foi identificado como Rolemberg Santos de Pina, de 32 anos.
Reprodução/Redes sociais
O crime aconteceu em frente à casa onde Karielle Souza morava com os dois filhos, também no bairro Novo. Ela saía da residência quando foi surpreendida pelo suspeito que, segundo testemunhas, estava escondido atrás de um carro.
Rolemberg morava em uma casa próxima a Karielle. Ele se aproveitou de um momento em que o companheiro dela tinha saído para trabalhar para cometer o crime.
Após matar as vítimas a facadas, o suspeito fugiu do local. Ele foi encontrado morto em um imóvel na zona rural de Maraú, também no sul da Bahia. Em nota, a polícia detalhou que havia sinais de que ele teria tirado a própria vida.
Mulher e filho de seis anos são mortos a facadas em cidade do sul da Bahia
Reprodução/Redes sociais
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Manchas em formato de borboleta na face? A ciência mostra como a dieta ajuda a prevenir e tratar o melasma
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Manchas escuras na pele, especialmente no rosto, afetam a autoestima e...
Manchas em formato de borboleta na face? A ciência mostra como a dieta ajuda a prevenir e tratar o melasma
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Manchas escuras na pele, especialmente no rosto, afetam a autoestima e a interação social, com impacto na qualidade de vida e no bem-estar emocional. Em muitos casos, essas alterações podem persistir mesmo com tratamentos dermatológicos e o uso constante de protetor solar.
Essas manchas, conhecidas como melasma, são uma das formas mais comuns de hiperpigmentação da pele. Aparecem principalmente em mulheres adultas e são mais frequentes em populações com maior pigmentação cutânea e regiões de alta exposição solar. Isso ajuda a explicar sua elevada prevalência em países tropicais como o Brasil.
Por décadas, o melasma foi explicado principalmente pela exposição solar, por alterações hormonais e pela predisposição genética. Esses fatores continuam centrais para a compreensão do problema. Há também relação, direta ou indireta, com estresse e depressão. Ainda assim, revisões recentes sobre a fisiopatologia do melasma indicam que esses fatores não são suficientes para explicar todos os casos observados na prática clínica.
Nos últimos anos, pesquisadores passaram a examinar outros fatores biológicos associados ao surgimento dessa hiperpigmentação. Entre eles estão a inflamação, as alterações metabólicas e o estresse oxidativo. Esses processos podem influenciar a atividade dos melanócitos, células responsáveis pela produção de melanina. Estudos recentes também indicam que a ativação de mastócitos — células de defesa da pele — e o aumento de substâncias inflamatórias como a histamina podem agravar a inflamação local e favorecer o desenvolvimento do melasma.
A partir dessas descobertas, uma pergunta começou a ganhar espaço na literatura científica: a alimentação também poderia interferir nesses mecanismos e influenciar o desenvolvimento do melasma?
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A participação dos hormônios e da genética
O melasma é mais frequente em mulheres, sobretudo em fases de variação hormonal, como a gravidez, o uso de anticoncepcionais e, em alguns casos, a terapia de reposição hormonal — embora a maioria dos casos surja na fase reprodutiva. Revisões científicas indicam que estrogênio e progesterona podem estimular a melanogênese, processo de produção da melanina, pigmento natural que dá cor à pele, aos cabelos e aos olhos e ajuda a protegê-los da radiação ultravioleta. A predisposição genética também está envolvida em cerca de 30% dos casos, e o histórico familiar frequente entre pacientes reforça a participação de fatores hereditários.
Ainda assim, o quadro não se explica apenas pelo aumento da produção de melanina, mas por uma rede mais complexa de interações biológicas. Esse contexto ajuda a entender por que o melasma compartilha características com outras condições sensíveis à influência estrogênica, como endometriose e lipedema, que também podem ser agravadas por ambientes inflamatórios no organismo.
Durante muito tempo acreditou-se que o melasma resultava principalmente da hiperatividade dos melanócitos (células produtoras da melanina). Hoje é sabido que o fenômeno é mais amplo. Além da síntese de melanina, entram em cena mecanismos relacionados à forma como esse pigmento é transferido e distribuído entre as células da pele. A atuação de diferentes genes e enzimas envolvidos nesse processo colabora para o surgimento da hiperpigmentação. A comunicação entre as células da pele e as respostas inflamatórias também participam do processo. Esses achados ampliaram o escopo da investigação sobre o melasma ao incluir outros fatores biológicos associados à sua formação.
O que acontece na pele
Pesquisas recentes mostram que o melasma está associado a mudanças em diferentes estruturas da pele. Além dos melanócitos, participam desse quadro os queratinócitos, fibroblastos e mastócitos — células de defesa associadas à resposta inflamatória na pele. Quando ativadas por fatores como radiação ultravioleta, alterações hormonais ou poluentes, essas células liberam moléculas inflamatórias capazes de favorecer a hiperpigmentação.
Partículas presentes na poluição ambiental também vêm sendo investigadas. Esses poluentes podem comprometer a barreira cutânea, aumentar a formação de radicais livres e estimular respostas inflamatórias, contribuindo para o desenvolvimento da hiperpigmentação.
Outro fator relevante é o estresse oxidativo. Ele ocorre quando há excesso de radicais livres — moléculas instáveis capazes de danificar estruturas celulares. Esse desequilíbrio pode favorecer a inflamação e alterações na pigmentação cutânea, contribuindo para o surgimento ou a persistência das manchas. No tecido cutâneo, sistemas naturais de defesa antioxidante ajudam a neutralizar esses compostos. Alterações nesse sistema, porém, têm sido observadas em pacientes com melasma.
Também foram descritas mudanças na matriz extracelular — estrutura que sustenta os tecidos e inclui componentes como fibras de colágeno e fibras elásticas — e na função da barreira cutânea. A camada mais externa da pele atua como um escudo protetor, reduzindo a perda de água e dificultando a entrada de poluentes e outros agentes externos. Desequilíbrios nesses mecanismos podem contribuir para a continuidade desse processo na pele.
Como e onde a dieta pode ajudar
Essa compreensão mais ampla levou pesquisadores a analisar o possível papel da alimentação. A relação entre nutrição e saúde da pele ainda está em estudo, mas algumas linhas de investigação vêm ganhando destaque. Uma delas envolve substâncias antioxidantes presentes nos alimentos, capazes de interferir em mecanismos biológicos relacionados à pigmentação.
Essa associação é discutida no livro Nutrição Funcional na Estética (2ª edição, Ed.GEN Guanabara Koogan). No capítulo “Melasma: conexão entre pele e a teia do metabolismo e da nutrição funcional”, a nutricionista e esteticista Sheila Mustafá e a bioquímica Mika Yamaguchi reúnem estudos que analisam como compostos bioativos presentes na dieta podem modular processos ligados à formação das manchas.
Os polifenóis estão entre os compostos mais investigados. Essas moléculas antioxidantes estão amplamente distribuídas em alimentos de origem vegetal.
As catequinas do chá verde vêm sendo estudadas por seu potencial anti-inflamatório e por sua capacidade de proteger a pele contra danos induzidos pela radiação ultravioleta.
A romã é mais um alimento que tem despertado interesse nesse campo. A fruta é rica em elagitaninos e ácido elágico, substâncias antioxidantes que, em estudos experimentais, demonstraram capacidade anti-inflamatória e aumento da proteção cutânea contra os efeitos da radiação ultravioleta. Essas moléculas também estão presentes em frutas como jabuticaba, camu-camu, morango e framboesa.
A absorção e o metabolismo dessas moléculas dependem, em parte, da microbiota intestinal, responsável por transformar esses compostos em formas bioativas. Outro conjunto importante de compostos é o dos carotenoides, pigmentos naturais encontrados em alimentos como tomate, cenoura e vegetais verde-escuros. Compostos como licopeno, luteína e zeaxantina têm sido associados à proteção das células cutâneas contra danos provocados pelo estresse oxidativo.
Alterações metabólicas também vêm sendo investigadas nesse contexto. Entre elas está a chamada inflamação sistêmica de baixo grau, frequentemente associada à resistência à insulina. Esse desequilíbrio pode ser intensificado por padrões alimentares ricos em açúcares, farinhas refinadas e alimentos ultraprocessados.
Nessas condições ocorre maior formação de produtos finais de glicação avançada (AGEs). Essas moléculas resultam da reação entre açúcares e proteínas e podem afetar diferentes estruturas da pele. Estudos indicam que o acúmulo desses compostos pode favorecer a degradação do colágeno, alterações na matriz extracelular e o comprometimento da barreira cutânea.
Algumas pesquisas apontam ainda que a forma de preparo dos alimentos pode influenciar a formação dessas substâncias. Métodos de cocção em temperaturas mais altas, como fritura, grelhados e assados intensos, tendem a gerar mais produtos de glicação do que preparações como cozimento em água ou vapor.
Essas descobertas reforçam uma ideia importante: alterações visíveis na pele podem refletir processos metabólicos que ocorrem em todo o organismo.
Uma visão mais atual sobre o melasma
Avanços na pesquisa ampliaram a compreensão do melasma, que hoje é considerado uma alteração multifatorial, resultado da interação entre exposição solar, genética, hormônios, inflamação e metabolismo.
Essa perspectiva abrangente ajuda a compreender por que o tratamento costuma envolver abordagens combinadas, como fotoproteção rigorosa, acompanhamento dermatológico e orientação nutricional.
Embora ainda sejam necessários mais estudos para esclarecer plenamente a influência da dieta nesse contexto, as evidências disponíveis indicam que componentes de determinados alimentos podem interferir em mecanismos inflamatórios e metabólicos associados à hiperpigmentação.
Nesse sentido, padrões alimentares ricos em vegetais, frutas, ervas, especiarias e outros alimentos de origem vegetal — como os que caracterizam as dietas plant-based e mediterrânea — têm sido associados a um ambiente metabólico mais favorável ao equilíbrio dos processos envolvidos no aparecimento do melasma.
Cuidados alimentares desse tipo também contribuem para o controle de condições frequentemente relacionadas à hiperpigmentação, como resistência à insulina e inflamação metabólica. Esses mecanismos participam do desenvolvimento de diferentes doenças metabólicas e inflamatórias, entre elas o diabetes tipo 2.
O conjunto de pesquisas disponível levanta novas perguntas sobre prevenção e tratamento do melasma. Uma das mais importantes é compreender como as nossas escolhas cotidianas — entre elas a alimentação — podem influenciar não apenas a saúde da pele, mas os processos metabólicos que afetam o organismo como um todo.
Os autores não prestam consultoria, trabalham, possuem ações ou recebem financiamento de qualquer empresa ou organização que se beneficiaria deste artigo e não revelaram qualquer vínculo relevante além de seus cargos acadêmicos.
Problema vascular pode causar melasma; Bem Estar explica outras causas e tratamentos
Министерство объединения Республики Корея (РК) назвало прогрессом в двусторонних отношениях быструю реакцию КНДР на извинения президента РК Ли Чжэ Мёна из-за запуска дронов, сообщает агентство ...
Министерство объединения Республики Корея (РК) назвало прогрессом в двусторонних отношениях быструю реакцию КНДР на извинения президента РК Ли Чжэ Мёна из-за запуска дронов, сообщает агентство Рёнхап. Министерство объединения Республики Корея заявило о значительном прогрессе в отношениях с КНДР после того, как Пхеньян быстро отреагировал на извинения президента Ли Чжэ Мёна за запуск дронов, передает ТАСС. В ведомстве отметили, что быстрая коммуникация между сторонами может свидетельствовать о возможном движении к мирному сосуществованию на Корейском полуострове. Президент Республики Корея Ли Чжэ Мён ранее принес извинения Пхеньяну за инцидент с дронами, подчеркнув, что они были запущены частными лицами, а не государством. Через 10 часов на это ответила Ким Ё Чжон, сестра лидера КНДР, заявив, что Ким Чен Ын назвал поступок президента «поступком великодушного человека». В министерстве объединения указали, что оперативная реакция позволила быстро подтвердить стремление обеих сторон остановить действия, которые могут провоцировать военную напряженность. Однако Ким Ё Чжон предупредила, что новые провокации приведут к серьезным последствиям для Республики Корея. Военные КНДР в январе обвинили Сеул в нарушении воздушного пространства, но вооружённые силы Республики Корея отвергли это. Позже выяснилось, что дроны были запущены аспирантом для измерения радиационного фона на ядерных объектах КНДР. Ли Чжэ Мён особо отметил, что правительство не причастно к этим инцидентам. В министерстве объединения подчеркнули, что у обеих сторон нет причин поддерживать конфронтацию, так как она невыгодна ни одной из них.Как писала газета ВЗГЛЯД, президент Южной Кореи Ли Чжэ Мён осудил инцидент с запуском частных беспилотников на границе с КНДР и выразил сожаление Пхеньяну. Лидер КНДР Ким Чен Ын положительно оценил извинения южнокорейского президента, назвав их проявлением честности и великодушия. Сестра северокорейского лидера Ким Ё Чжон назвала публичное извинение Сеула «относительно разумным решением», но предупредила о жестком ответе в случае новых провокаций с дронами.
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Bis zu 90 Katzen leben im Lienzer Tierheim – ein regionales Problem, denn immer noch gibt es viel zu viele Menschen, die es mit der Kastrationspflicht nicht so genau nehmen.
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Bandagem elástica funcional é muito utilizada por atletas para aliviar dores.
Freepik
Muito comum nos ombros, braços e pernas de atletas de alto rendimento, a kinesio tape – ou bandagem elá...
Bandagem elástica funcional é muito utilizada por atletas para aliviar dores.
Freepik
Muito comum nos ombros, braços e pernas de atletas de alto rendimento, a kinesio tape – ou bandagem elástica funcional – pode não ser tão eficiente quanto se imaginava.
Isso é o que aponta uma análise de diversas evidências disponíveis sobre o assunto publicada na revista científica "BMJ Evidence-Based Medicine".
➡️A kinesio tape é uma fita de algodão respirável amplamente utilizada para aliviar dores musculares e articulares e melhorar a amplitude de movimento. O uso é muito frequente especialmente entre atletas de alto nível.
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A revisão dos estudos mostra que o produto pode até oferecer benefícios imediatos e de curto prazo, mas as evidências ainda são "muito incertas", segundo os pesquisadores.
Ainda que existam alguns achados positivos na dor e mobilidade de curto prazo, os dados sugerem que a fita pode ter efeitos mínimos ou até desprezíveis em períodos mais longos de tempo.
👉A médio e longo prazo, a bandagem também não apresenta vantagens sobre funções como:
Força muscular
Amplitude de movimento
Sintomas específicos musculoesqueléticos
"Não há evidências suficientes de que o KT [kinesio tape] melhore a qualidade de vida nesses pacientes", destacam os pesquisadores na discussão do estudo.
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Revisão de estudos clínicos
Para analisar a eficiência da bandagem elástica funcional, os pesquisadores utilizaram 128 revisões sistemáticas. As revisões reuniam 310 ensaios clínicos, com quase 16 mil participantes e 29 diferentes condições musculoesqueléticas, em diferentes períodos de tratamento.
Entre as condições avaliadas estavam:
Pós-operatório de joelho
Dor crônica no joelho ou nas costas
Osteoartrite de joelho
Cotovelo de tenista (tendinopatia lateral do cotovelo)
Fascite plantar
A maioria dos trabalhos avaliou condições que afetam pernas e pés (45%) e intensidade da dor (89%).
Além de confirmarem que as evidências sobre o benefício a longo prazo do produto são incertas, os estudos também alertam que o uso pode causar alguns efeitos colaterais.
Entre os principais problemas, os pesquisadores destacam irritação na pele (40%) e coceira (30%).
"Embora eventos adversos geralmente desapareçam sem tratamento, irritação na pele e coceira continuam sendo preocupações", afirmam os pesquisadores.
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Desafios e limitações
O grupo afirma que, apesar de reunir uma quantidade significativa de evidências, a revisão "não permite fazer recomendações definitivas sobre o uso do KT em distúrbios musculoesqueléticos".
Isso porque boa parte dos resultados tem baixa robustez clínica, e a certeza dos achados é limitada pela grande heterogeneidade.
"O uso do produto deve ser feito com cautela na prática clínica, com decisão compartilhada entre profissional e paciente, considerando preferências individuais, alternativas terapêuticas e possíveis efeitos adversos, como irritação e coceira na pele", recomendam.
De acordo com os pesquisadores, estudos futuros devem melhorar a qualidade da metodologia e também encontrar novas formas de avaliar benefícios clínicos.
Psiquiatra francês especialista do sono dá dicas de como dormir bem
Adobe Stock
Dormir mal pode afetar diretamente a saúde e aumentar o risco de doenças cardiovasculares, diabetes, obe...
Psiquiatra francês especialista do sono dá dicas de como dormir bem
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Dormir mal pode afetar diretamente a saúde e aumentar o risco de doenças cardiovasculares, diabetes, obesidade, câncer e transtornos mentais. Entender os mecanismos neurológicos do chamado sono “bom” — aquele que nos faz sentir descansados ao acordar — ajuda a tratar a insônia, a sonolência e o cansaço crônico.
Quais hábitos e fatores do dia a dia podem atrapalhar o momento de dormir e o próprio sono? Quanto tempo de descanso é necessário em cada fase da vida?
Segundo o psiquiatra francês Pierre Alexis Geoffroy, especialista em medicina do sono, autor do livro La nuit vous appartient, ou “A Noite é Sua”, em tradução livre, a falta de sono pode acelerar o envelhecimento do organismo e interferir na capacidade de aprender.
Na obra, ele explica quais são os mecanismos que favorecem o descanso, como regularidade, duração, o ritmo e adequação ao funcionamento do próprio relógio biológico. Outros fatores influenciam o sono, como a luz, o silêncio e os hormônios.
De acordo com o psiquiatra francês é importante saber interpretar as queixas dos pacientes. Os dados mostram que quase metade da população mundial se queixa de insônia, mas muitas pessoas tomam remédio para dormir — com recomendação médica em vários casos — sem conhecer as verdadeiras causas das dificuldades que as impedem de dormir.
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“A insônia é uma das principais queixas das consultas. Os pacientes dizem que não dormem o quanto gostariam ou não dormem bem. Outros se queixam de hipersonolência: dormem demais ou durante o dia. A terceira queixa mais comum envolve problemas de comportamento noturno, como o sonambulismo. Muitas doenças explicam esses sintomas.”
O primeiro passo para dormir bem, diz o psiquiatra, é a regularidade. Isso significa conhecer bem o próprio ritmo de sono, que é determinado por um grupo de cerca de 25 genes que gerenciam nosso relógio biológico em um ciclo de 24 horas. Esse funcionamento está vinculado ao ritmo de todas as espécies na Terra, em função da exposição à luz solar.
“Há pessoas matutinas e outras mais despertas à noite. Isso é definido geneticamente e não podemos mudar. Com a idade, essa tendência evolui um pouco. As crianças, por exemplo, são mais alertas de manhã, e os adolescentes, de noite. É normal, eles não fazem de propósito e não é preguiça: em geral, dormem entre duas e três horas depois de um adulto e têm dificuldade em ir para a cama antes das 23h. Ao envelhecer, nos tornamos mais matutinos.”
Conhecer a própria necessidade diária de sono também é essencial para obter o merecido descanso. “Há quem durma pouco; outras pessoas precisam dormir mais. Mas a maior parte dorme entre sete e oito horas. Após 15 dias de férias, sem obrigações e com o ritmo livre, é possível avaliar qual é essa necessidade e o tempo ideal de sono”, explica.
Os fatores ambientais e as condições de vida também são determinantes. O tipo de moradia, a qualidade da cama e do colchão, a calefação e até a poluição luminosa ou acústica influenciam diretamente a qualidade do sono.
“Algumas pessoas argumentam que conseguem dormir com a luz acesa ou com barulho, mas, quando isso ocorre, há o que chamamos de integração sensorial. O cérebro capta o barulho e o interpreta como informação. O sono então se torna mais fragmentado, menos profundo, de pior qualidade, e isso repercute no dia seguinte.”
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Doenças do sono
Dormir bem exige escuridão, silêncio e temperatura ideal. Quando todos esses fatores estão reunidos e o sono continua ruim, é preciso investigar as causas. Doenças como a apneia do sono — pausas respiratórias involuntárias que surgem enquanto dormimos e provocam repetidas quedas no nível de oxigênio no sangue — representam risco para o sistema cardiovascular. A apneia também desregula o relógio biológico e provoca problemas metabólicos.
O sono ruim também pode estar na origem — ou ser resultado — de doenças como depressão, transtornos ansiosos e dependência química. Segundo Geoffroy, um estudo mostrou que, após sete anos, metade dos participantes que tinham insônia desenvolveu depressão.
A falta de sono pode ainda causar acidentes de trabalho e erros humanos, lembra o especialista, que critica a organização do trabalho em muitas empresas.
“As pessoas que trabalham à noite pagam um preço alto, e precisamos refletir sobre isso. Uma recomendação aqui na França é não trabalhar mais de cinco anos no período noturno e, a partir de três, começar a se preparar para mudar de setor ou profissão. Ficar acordado à noite é estressante, e isso é ainda mais grave para quem precisa começar a trabalhar antes das 4h — mais exatamente, às 4h30.”
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