News about the late 'Mongo' McMichael. The Concussion & CTE Foundation revealed that NFL Hall of Famer, the late Steve 'Mongo' McMichael, had CTE. McMichael passed away in 2025 at 67 years old ...
News about the late 'Mongo' McMichael. The Concussion & CTE Foundation revealed that NFL Hall of Famer, the late Steve 'Mongo' McMichael, had CTE. McMichael passed away in 2025 at 67 years old after battling ALS. A statement was released by Misty McMichael, the widow of Steve McMichael, through the Concussion & CTE Foundation: Too…
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Empresário Alcides Hahn foi condenado pelo STF
Reprodução/Redes sociais
O empresário Alcides Hahn foi condenado a 14 anos de prisão, em regime fechado, por envolvimento nos atos de 8 de jan...
Empresário Alcides Hahn foi condenado pelo STF
Reprodução/Redes sociais
O empresário Alcides Hahn foi condenado a 14 anos de prisão, em regime fechado, por envolvimento nos atos de 8 de janeiro de 2023, em Brasília. Ele foi apontado por financiar, com R$ 500, um ônibus fretado que levou manifestantes de Blumenau para o Distrito Federal, segundo decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).
A condenação foi por abolição violenta do estado democrático de direito, golpe de estado, dano qualificado, deterioração de patrimônio tombado e associação criminosa armada.
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A defesa de Hahn argumenta que a condenação dele "se baseia na atribuição de um PIX no valor de R$ 500, supostamente destinado ao custeio de transporte de manifestantes". Defende ainda que não há provas suficientes para vincular o empresário aos atos (leia a nota completa da defesa no fim do texto).
Relator do caso, o ministro Alexandre de Moraes votou pela condenação e foi acompanhado por Flávio Dino e Cármen Lúcia no julgamento ocorrido em sessão virtual em 2 de março. Embora com ressalvas, o ministro Cristiano Zanin também votou pela condenação.
A defesa apresentou recurso da decisão e aguarda o julgamento. No momento, ele responde ao processo em liberdade.
Empresário condenado por financiar ida de manifestantes de SC ao 8 de janeiro
Caso
Hahn e outros dois homens, Rene Afonso Mahnke e Vilamir Valmor Romanoski, foram denunciados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) como financiadores dos atos que resultaram no maior atentado às instituições da República desde a redemocratização.
Segundo o órgão, eles pagaram um ônibus fretado que partiu de Santa Catarina, em 5 de janeiro, com 41 pessoas, "dentre as quais um participante direto dos atos antidemocráticos que culminaram na invasão e depredação das sedes do Congresso Nacional, do STF e do Palácio do Planalto."
A soma das penas resultou em:
14 anos de prisão (12 anos e 6 meses de reclusão e 1 ano e 6 meses de detenção).
100 dias-multa, com cada dia equivalente a 1/3 do salário mínimo.
Regime inicial fechado.
Além disso, os três foram condenados a pagar R$ 30 milhões por danos morais coletivos, valor a ser pago de forma solidária com os demais condenados pelo 8 de Janeiro.
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O que diz a defesa de Hahn?
Confira abaixo a nota completa da defesa de Alcides Hahn.
A defesa de Alcides Hahn esclarece que houve uma decisão condenatória proferida pela 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal e que o caso ainda está em fase de recurso e, portanto, sem o trânsito em julgado da condenação. A defesa apresentou Embargos de Declaração, recurso previsto para que o Tribunal esclareça pontos do acórdão, como eventuais omissões, contradições ou obscuridades, e aguarda o julgamento. No momento, Alcides responde ao processo em liberdade.
No entendimento da defesa, a condenação não encontra suporte probatório suficiente para vincular o réu a atos antidemocráticos ou a qualquer participação nos eventos de 8 de janeiro. Conforme sustentado nos autos, a imputação que recaiu sobre Alcides se baseia na atribuição de um PIX no valor de R$ 500,00, supostamente destinado ao custeio de transporte de manifestantes de Santa Catarina a Brasília. A defesa aponta que a acusação se apoia, exclusivamente, em um comprovante apresentado pelo proprietário da empresa de turismo, que em audiência declarou não conhecer Alcides e não ter mantido contato com ele, afirmando ter presumido a destinação do valor.
Nos Embargos, também são questionadas possíveis omissões e contradições do acórdão, além da proporcionalidade da pena aplicada e do enquadramento jurídico adotado, considerando a conduta efetivamente atribuída ao réu.
Por fim, a defesa registra que há casos em que réus foram responsabilizados por delitos de menor gravidade, com penas mais baixas e/ou possibilidade de Acordo de Não Persecução Penal (ANPP) em determinadas hipóteses, e sustenta que o caso merece reavaliação à luz de critérios de proporcionalidade e da individualização de condutas. Como ainda há recurso pendente de apreciação e não houve trânsito em julgado, a controvérsia permanece submetida ao Supremo Tribunal Federal. A defesa confia que os Embargos serão examinados com o devido enfrentamento dos pontos levantados, inclusive com a possibilidade de revisão de aspectos do julgamento, para que prevaleça a adequada aplicação da lei ao caso concreto.
O que dizem as defesas dos demais réus?
Argumentos das defesas de Rene Afonso Mahnke e Vilamir Valmor Romanoski também constam na decisão.
A defesa de Mahnke argumenta que a acusação se baseia apenas em um PIX de R$ 1 mil para uma empresa de transporte, "inexistindo qualquer prova de que o acusado tenha participado dos atos de 8/1, aderido a propósito golpista ou integrado associação criminosa." Sustenta que ele não esteve em Brasília, não teve contato com organizadores nem integrou associação criminosa, e afirma que não há comprovação de dolo, vínculo com os crimes ou relação direta entre sua conduta e os fatos.
Já o advogado de Romanoski afirma que ele queria participar de manifestação pacífica, sem intenção criminosa, "inexistindo dolo para a prática dos crimes imputados, sendo indevida a responsabilização por atos de terceiros".
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Vijay Deverakonda and his wife, Rashmika Mandanna, were recently in Rayalaseema, where they shot for their upcoming film Ranabaali. The couple has now been spotted returning to Hyderabad, with Vijay’s mother also accompanying them.
Vijay Deverakonda and Rashmika Mandanna return to Hyderabad
In a recently captured video, Vijay Deverakonda and Rashmika Mandanna were seen in uber-cool, casual outfits. As they were spotted at Hyderabad airport, Vijay donned a black T-shirt paired with grey-colored track pants.
On the other hand, Rashmika Mandanna was seen alongside her mother-in-law, Madhavi Deverakonda. As they walked out of the airport, linking arms, the actress wore a cream-colored outfit, complemented by a black blazer and denim jeans.
Here’s the video:
Recently, Vijay and Rashmika had been shooting for their upcoming movie Ranabaali in Rayalaseema. The makers officially confirmed that the actors had wrapped up a schedule in the region. Moreover, the duo received a warm and enthusiastic welcome upon their arrival there.
Earlier, Rashmika turned 30 on April 5, 2026, with the makers sharing a glimpse of her from the film. The video showed her preparing for the character Jayamma, with Vijay also sharing the glimpse and captioning it, “I love you, Jayamma.”
For those unaware, Vijay Deverakonda and Rashmika Mandanna tied the knot on February 26, 2026. The couple had a private wedding ceremony in Udaipur, attended only by family members and close friends. Later, they hosted a reception for colleagues in Hyderabad.
Vijay Deverakonda and Rashmika Mandanna’s work front
Vijay Deverakonda and Rashmika Mandanna will next appear together in Ranabaali. Directed by Rahul Sankrityan, the period action drama is slated for release on September 11, 2026.
The actor also has Rowdy Janardhana in his lineup of releases. The gritty action thriller is scheduled to hit the big screens in December 2026.
On the other hand, Rashmika will appear as a co-lead in Cocktail 2, alongside Shahid Kapoor and Kriti Sanon. Directed by Homi Adajania, the film will serve as a sequel to Cocktail (2012), which originally starred Saif Ali Khan, Deepika Padukone, and Diana Penty.
Moreover, she is also expected to play a pivotal role in Allu Arjun’s film, tentatively titled AA22xA6, directed by Atlee.
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