ירון זליכה התראיין אצל קרן מרציאנו ולימד אותה לקח:לא נמאס לך כל היום לדבר על המגזר החרדי?הממשלה נתנה להם 500 מיליון שקל זה הדבר היחידי שמעניין אותך?למה את לא מדברת על זה שהבנקים שודדים את הזו...
ירון זליכה התראיין אצל קרן מרציאנו ולימד אותה לקח:לא נמאס לך כל היום לדבר על המגזר החרדי?הממשלה נתנה להם 500 מיליון שקל זה הדבר היחידי שמעניין אותך?למה את לא מדברת על זה שהבנקים שודדים את הזוגות הצעירים שצריכים לשלם עוד 2000 שקל כל חודש בנוסף למה שהם היו צריכים לשלם ?למה את לא מדברת על הפנסיות התקציביות שמזמן היו צריכים לקצץ אותם? למה את לא מדברת על הקיבוצים??? שהמדינה נתנה להם אדמות בחינם זה לא מעניין אותך??? ילד שנולד באשקלון באר שבע שדרות לא קיבל אדמה בחינם, מדוע?למה את לא מדברת על המונופולים, על החברות הגדולות, הטייקונים! ששודדים אותנו בסופר? אנחנו צריכים לשלם 50% יותר יקר מכל סופר באירופה!!! זה לא מעניין אותך? למה את לא מדברת על הפריפריה על אשקלון, על אופקים,על נתיבות, שהיו צריכים לקבל בדיוק מה שמקבל עוטף עזה, אבל שנים ממשלות לא סופרים אותם,לא נותנים להם את מה שמגיע להם זה לא מעניין אותך??? למה את לא מדברת על העסקים הקטנים, החברות הגדולות לא משלמים מס, ואם אתה עסק קטן, עושקים אותך, למה על זה את לא מדברת, רק החרדים מעניינים אותכם?
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Мировой судья Измайловского района Москвы оштрафовал «Телеком-холдинг» на 1 млн руб. по административному протоколу. Об этом сообщил Telegram-канал судов общей юрисдикции столицы.
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Hospital de Clínicas de Campina Grande
Artur Lira / TV Paraíba
A Polícia Civil solicitou à Justiça a prorrogação do prazo para concluir o inquérito que apura o mutirão oftalmológico realiza...
Hospital de Clínicas de Campina Grande
Artur Lira / TV Paraíba
A Polícia Civil solicitou à Justiça a prorrogação do prazo para concluir o inquérito que apura o mutirão oftalmológico realizado no Hospital de Clínicas de Campina Grande, em maio de 2025. O pedido, protocolado em 25 de março na Vara de Garantias de Campina Grande, do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), solicita mais 60 dias para a finalização das investigações.
Segundo o delegado Renato Leite, a Polícia Civil já reuniu diligências finalizadas, mas ainda há etapas pendentes. O conteúdo dessas diligências não foi detalhado porque o procedimento tramita sob sigilo.
O delegado informou ainda que o pedido aguarda análise do Judiciário e que só irá se pronunciar após a conclusão de todas as análises e laudos.
O g1 tentou contato com o TJPB para saber sobre o andamento do pedido, mas, até a última atualização desta reportagem, não recebeu resposta.
Relembre o caso
Pacientes relatam infecções nos olhos após mutirão no Hospital de Clínicas em CG
O mutirão ocorreu no dia 15 de maio de 2025, no Hospital de Clínicas, e atendeu 64 pacientes. Após os procedimentos, foram relatadas complicações oculares, o que levou à abertura da investigação para apurar as circunstâncias do atendimento e eventuais responsabilidades.
A ação integrou o programa Opera Paraíba. A licitação foi vencida pela Fundação Rubens Dutra Segundo, responsável pela execução do serviço, com atuação da oftalmologista Naiara Cavalcante Furtado. O Ministério Público da Paraíba acompanha o caso.
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De acordo com as denúncias, que começaram a ser veiculadas em 19 de maio, já no fim de semana seguinte ao mutirão, diversos pacientes procuraram atendimento em outras unidades de saúde relatando dores intensas e sinais de infecção ocular.
Meses após os procedimentos, pacientes ainda relataram sequelas e, alguns, dizem não conseguir mais enxergar após o mutirão.
Parte dos medicamentos usados no mutirão estava vencida, segundo a Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba (SES). De acordo com a pasta, ao menos 6 dos 30 frascos utilizados estavam vencidos e abertos, e há indícios de que tenham sido usados nos procedimentos feitos no dia 15, após pacientes relatarem infecções e perda de visão.
A SES informou que rompeu o contrato com a empresa responsável e afirmou que os profissionais e os materiais utilizados eram de responsabilidade exclusiva da contratada. À TV Paraíba, a Fundação Rubens Dutra Segundo confirmou que os medicamentos e os profissionais envolvidos têm vínculo com a instituição e disse que acompanha as investigações.
Em nota enviada ao g1, o Conselho Regional de Medicina do Estado da Paraíba (CRM-PB) afirmou que também acompanha o caso.
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