Der russische TV-Moderator Wladimir Solowjow hatte die italienische Ministerpräsidentin Giorgia Meloni als „faschistische Schlampe“ beschimpft. Sie sei eine „Schande für die Menschheit, Verrat ihr ...
Der russische TV-Moderator Wladimir Solowjow hatte die italienische Ministerpräsidentin Giorgia Meloni als „faschistische Schlampe“ beschimpft. Sie sei eine „Schande für die Menschheit, Verrat ihr zweiter Vorname“, hatte der Moderator weiter gewütet. Prompt kam die Reaktion aus Rom.
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Mãe diz que demora no atendimento no Hospital da Criança de São Luís causou morte de bebê
Uma bebê de apenas quatro meses de vida morreu após dar entrada no Hospital da Criança, em São Luís...
Mãe diz que demora no atendimento no Hospital da Criança de São Luís causou morte de bebê
Uma bebê de apenas quatro meses de vida morreu após dar entrada no Hospital da Criança, em São Luís, com sintomas de bronquiolite. Para a família da bebê, houve negligência médica no atendimento.
O caso ganhou repercussão após a mãe da criança, Luana Quiaro, divulgar um vídeo nas redes sociais, no último sábado (18), relatando que houve demora no atendimento da filha, o que a levou à morte (veja o relato completo no final da matéria).
Moradora da cidade de Bacabal, a 250 km de São Luís, Luana afirma que a filha foi levada inicialmente para atendimento no município, onde, segundo ela, recebeu assistência adequada.
“Se o seu bebê apresentar uma tosse, não fique em casa. Não pense que é uma coisa que vai passar. E esse não foi meu caso, minha filha foi tratada desde o início, porém aconteceu o que aconteceu. Enquanto ela esteve aqui em Bacabal, ela sempre foi bem assistida e atendida. Não tenho nada a reclamar. Só acho um absurdo não ter uma UTI ou um tratamento mais avançado, mas atenção para minha filha aqui nunca faltou”, disse.
Após a orientação médica de que a criança precisava de cuidados mais avançados, Luana precisou levar a filha para São Luís. No entanto, ela afirma que a decisão acabou sendo prejudicial.
“A pior decisão da minha vida foi transferir ela para São Luís, falando que era o melhor, que ela poderia até ficar aqui, mas que, se não melhorasse, ela ia ficar pior e pior. Então disseram que era um tempo valioso que ela poderia aproveitar lá, por isso foi transferida. Mas, para mim, não me importa quem trabalha lá: o Hospital da Criança, em São Luís, é o pior que tem. O pior, gente”, contou a mãe.
Ao g1, a Secretaria Municipal de Saúde (Semus) informou que a criança deu entrada na rede municipal de São Luís em estado grave, com quadro de bronquiolite, recebeu atendimento imediato, mas não resistiu e morreu após agravamento do caso (veja, no fim da matéria, a nota na íntegra).
Mãe diz que demora no atendimento no Hospital da Criança em São Luís causou morte de bebê com bronquiolite: 'cada minuto conta'
Reprodução/Redes sociais
Luana afirma que o hospital da rede municipal de saúde de São Luís teve falhas graves no atendimento da filha. Segundo ela, quando a criança chegou na unidade no dia 12 de abril, o médico não quis atender logo a menina e a colocaram em uma sala com cerca de 40 crianças. A bebê só foi receber atendimento cerca de 5 horas depois.
“E eu não estou dizendo que minha filha era mais importante, não. Todos estavam doentes. Mas bronquiolite não é brincadeira. Cada minuto conta. A gente chegou lá antes das 18h, e minha filha só foi receber medicação e soro muito tempo depois. Ela não estava sendo medicada, não estava no soro, não estava sendo alimentada, porque não deixaram alimentar nem no peito, nem na fórmula. Minha bebê estava toda desidratada, a pele descascando, tentando salivar sozinha, mas não conseguia. Só colocaram uma hidratação nela por volta das 22h. Perderam muito tempo com ela”, relatou Luana.
A mãe também conta momentos de desespero diante da falta de atendimento imediato.
“Pense no desespero de estar com seu bebê no colo, vendo médico para lá, enfermeira para cá, e ninguém olhar para sua filha. Ninguém olhou para ela. Eu estava vendo minha filha aos poucos… a respiração mudando, os olhinhos já não queriam mais abrir”, contou.
Ainda segundo Luana, o quadro da criança se agravou rapidamente, sendo necessária a intubação. “Me explicaram que provavelmente ela teria que ser entubada e, de repente, disseram: ‘Mãe, vamos entubar, porque ela vai entrar em choque’. Furaram minha filha várias vezes. Foi muito sofrimento”, relatou.
Mesmo após a indicação de internação em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), a transferência teria demorado. “Disseram que já tinham conseguido leito e que em uma hora ela iria subir, mas eu estava vendo a frequência cardíaca dela caindo. Era como se eu estivesse vendo minha filha morrer na minha frente”, disse.
A bebê ainda passou por um procedimento cirúrgico após a identificação de ar no pulmão, mas não resistiu e morreu no dia 14 de abril.
“Ela chegou lá só com bronquiolite. Ela não chegou com pneumonia nem com outras complicações. Vacilaram com a vida da minha filha. Qualquer pessoa sabe que bronquiolite exige urgência. Ela não podia ter ficado jogada numa sala, sem medicação, sem soro, sem nada”, afirmou.
Luana contou que a filha morreu poucas horas após a cirurgia. “Ela não durou nem 12 horas depois. Às 5h da manhã me disseram que minha filha tinha falecido. Desde esse momento eu não tenho paz, não tenho tranquilidade, não tenho nada. “Eu fiquei com minha filha quatro meses. Foi muito pouco para todo o amor que eu tenho por ela. E ainda tenho que lidar com meu filho de dois anos perguntando pela irmã”, contou.
Ao final, Luana agradeceu o apoio recebido e reforçou o pedido por justiça. “Minha filha se foi, mas eu tenho certeza de que ela vai salvar muitas vidas, pois muita gente doou sangue pra ela. Sou grata a todos que oraram, que ajudaram. Mas eu quero justiça. Isso não pode acontecer com outras mães”, concluiu.
Procurada pelo g1, Secretaria Municipal de Saúde (Semus) afirmou que a criança deu entrada na rede municipal de saúde de São Luís com quadro clínico grave, compatível com bronquiolite, e que a paciente recebeu atendimento imediato, mas o quadro evoluiu de forma grave, levando a menina a óbito.
Leia, abaixo, a nota na íntegra:
A Secretaria Municipal de Saúde (Semus) informa que a criança, proveniente do município de Bacabal, deu entrada na rede municipal no dia 12 de abril, apresentando quadro clínico grave, com síndrome gripal associada a desconforto respiratório progressivo, compatível com bronquiolite.
A paciente recebeu atendimento imediato, com avaliação médica e monitoramento contínuo.
Apesar de toda a assistência prestada, no dia 14 deste mês, o quadro evoluiu de forma grave, com complicações respiratórias e infecciosas, progredindo para sepse. Mesmo com as medidas adotadas pela equipe de saúde, a paciente não resistiu e evoluiu a óbito.
A Semus se solidariza com a família e reforça que o atendimento seguiu todos os protocolos assistenciais estabelecidos.
Veja, abaixo, o relato completo de Luana Quiaro sobre a morte da filha
Mãe diz que demora no atendimento no Hospital da Criança em São Luís levou bebê à morte
Moradores registram transtornos provocados pela falta d'água em Santarém
Reprodução/EPTV
Moradores de diversos bairros de Santarém, no oeste do Pará, amanheceram esta quarta-feira (22), log...
Moradores registram transtornos provocados pela falta d'água em Santarém
Reprodução/EPTV
Moradores de diversos bairros de Santarém, no oeste do Pará, amanheceram esta quarta-feira (22), logo após o feriado, enfrentando um problema que já se arrasta há dias: a falta de água nas torneiras. Em algumas localidades, o desabastecimento já dura até quatro dias.
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No bairro Aeroporto Velho e áreas adjacentes, moradores relatam um cenário de sofrimento e abandono. A população afirma estar enfrentando dificuldades básicas no dia a dia, como cozinhar, limpar a casa e até manter a higiene pessoal.
“Estamos sofrendo com essa falta de água e ninguém nos dar uma explicação. Queremos respostas. Por favor, o que tá acontecendo?’, questionou um morador em mensagem encaminhada à produção de jornalismo da TV Tapajós.
A situação é ainda mais crítica no bairro São Cristóvão, onde, segundo o morador Luiz Rocha, a falta de água já se aproxima de um mês, atingindo principalmente a Travessa São José. De acordo com ele, o problema tem afetado diretamente a qualidade de vida dos moradores, que precisam recorrer a alternativas improvisadas para garantir o abastecimento mínimo.
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“Gostaria de fazer um apelo e um esclarecimento da empresa responsável a respeito da falaa de água que já dura quase um mês aqui no nosso bairro. Estamos sofrendo com essa escassez”, desabafa o morador Luiz rocha.
No bairro Santa Clara, o cenário também preocupa. O morador João dos Santos Filho relata que a falta de água ocorre diariamente, inclusive aos domingos, e já se prolonga há semanas, tornando a situação insustentável para quem vive na região.
“Há quase um mês que sofremos com a falta de água aqui no nosso bairro, inclusive dia de domingo”, diz o morador.
Nota da Empresa
empresa Águas do Pará informou, por meio de nota, que uma equipe foi enviada ao bairro São Cristóvão para verificar o sistema de abastecimento. A concessionária afirmou ainda que, após a conclusão do diagnóstico, os reparos necessários serão realizados com a maior brevidade possível.
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